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Astrônomos descobrem o quasar mais distante já visto

 

Sonda primitiva

Uma equipe de astrônomos europeus utilizou o Very Large Telescope, do ESO, juntamente com outros telescópios, para descobrir e estudar o quasar mais distante encontrado até hoje.

Este farol brilhante, cujo motor é um buraco negro com uma massa dois bilhões de vezes maior que a do Sol, é sem dúvida o objeto mais brilhante descoberto no Universo primitivo. Os resultados deste estudo sairão em 30 de Junho na revista Nature.

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Porque baixar se o consumidor paga? Carros no Brasil são os mais caros do mundo

O Brasil tem o carro mais caro do mundo. Por que? Os principais argumentos das montadoras para justificar o alto preço do automóvel vendido no Brasil são a alta carga tributária e a baixa escala de produção. Outro vilão seria o alto valor da mão de obra, mas os fabricantes não revelam quanto os salários - e os benefícios sociais - representam no preço final do carro. Muito menos os custos de produção, um segredo protegido por lei.

A explicação dos fabricantes para vender no Brasil o carro mais caro do mundo é o chamado Custo Brasil, isto é, a alta carga tributária somada ao custo do capital, que onera a produção. Mas as histórias que você verá a seguir vão mostrar que o grande vilão dos preços é, sim, o Lucro Brasil. Em nenhum país do mundo onde a indústria automobilística tem um peso importante no PIB, o carro custa tão caro para o consumidor.

A indústria culpa também o que chama de Terceira Folha pelo aumento do custo de produção: os gastos com funcionários, que deveriam ser papel do estado, mas que as empresas acabam tendo que assumir como condução, assistência médica e outros benefícios trabalhistas.

Com um mercado interno de um milhão de unidades em 1978, as fábricas argumentavam que seria impossível produzir um carro barato. Era preciso aumentar a escala de produção para, assim, baratear os custos dos fornecedores e chegar a um preço final no nível dos demais países produtores.

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Levando o conhecimento astrológico à sério

Voltando ao assunto sempre polêmico sobre 2012 e o fim dos tempos, um grande evento chama a atenção dos seres humanos para a força da natureza. Curiosamente, o grande terremoto que produziu a gigantesca onda que invadiu o japão no dia 11/01/2011, ocorreu durante uma lua nova.

O geólogo Pedro Jacobi argumenta que terremotos de grandes proporções costumam ocorrer "no período de conjunção astral: neste caso uma lua nova onde Sol, Terra e Lua estão alinhados, causando a maior atração gravitacional possível sobre a Terra"

Jacobi não defende a tese do fim do mundo, mas denuncia o descaso da literatura técnica (científica) a respeito da influência gravitacional de astros, planetas e satélites uns sobre os outros.

Pouco se sabe... muitos eventos ainda não classificados podem acontecer.

segue, abaixo, o link para um interessante artigo do citado geólogo sobre terremotos e as chamadas "marés terrestres".

http://www.geologo.com.br/MAINLINK.ASP?VAIPARA=Terremotos%20o%20que%20esta%20ocorrendo%20com%20a%20nossa%20Terra

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Alucinógenos que podem curar

Sandy Lundahl, educadora em saúde de 50 anos de idade, chegou ao centro de estudos biológicos comportamentaisna Johns Hopkins University School of Medicine em uma manhã de primavera de 2004. Ela se ofereceu para participar de um dos primeiros estudos com drogas alucinógenas nos Estados Unidos em mais de três décadas. Preencheu questionários, conversou com os dois monitores que estariam com ela pelas próximas oito horas e se ajeitou no confortável espaço parecido com uma sala de estar em que a sessão aconteceria. Então, engoliu duas cápsulas azuis e reclinou-se em um sofá. Para ajudá-la a relaxar e focar seu interior, ela usava tapa-olhos e fones de ouvido, que transmitiam música clássica especialmente selecionada.

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Fusão nuclear: nó na luz cria campo de força 3D

Nó na luz

Hologramas dão nó na luz para criar campos de força em 3D

Em 2010, causou sensação um estudo no qual cientistas demonstraram que é possível dar nós na luz.

Agora, dois pesquisadores da Universidade de Nova Iorque, nos Estados Unidos, foram além, e demonstraram que a luz pode ser enrolada e trançada para formar armadilhas capazes de capturar e movimentar objetos microscópicos.

Ao contrário das tradicionais pinças ópticas, que são usadas para manipular partículas sobre superfícies, as novas "armadilhas ópticas holográficas" conseguem manipular objetos flutuando livremente, em 3D.

Além de criar uma ferramenta de múltiplos usos para pesquisas químicas e biológicas, sobretudo no desenvolvimento de novos medicamentos, os cientistas afirmam que sua forma especial de dar nós na luz poderá ser usada na geração de energia por fusão nuclear.

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