Capitalismo - a grande invenção da humanidade

A era das trevas, a era da veneração do estado — mais especificamente, a sangrenta era do comunismo, do nacional socialismo, do fascismo e do planejamento central — infelizmente não ficou restrita apenas aos livros de história.  Os fenômenos ocorridos nos últimos cinco anos ao redor do mundo mostram que a liberdade e o bem-estar da humanidade estão sob sério risco de voltar a ser esmagadas pelos governos.  E o que é pior: dessa vez, planeja-se um ataque coordenado em escala mundial.

Nunca foi tão necessário conscientizar as pessoas da realidade e reafirmar nossa lealdade à liberdade humana, que é a base da prosperidade e da própria civilização.  Para isso, é necessário o repúdio geral e incondicional a todas as forças ideológicas que se opõem a ela.

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Intelectuais e raça - o estrago incorrigível

Há tantas falácias ditas sobre raça, que é difícil escolher qual é a mais ridícula.  No entanto, uma falácia que costuma se sobressair é aquela que afirma haver algo de errado com o fato de que as diferentes raças são representadas de forma numericamente desproporcional em várias instituições, carreiras ou em diferentes níveis de renda e de feitos empreendedoriais.

Cem anos atrás, o fato de pessoas de diferentes antecedentes raciais apresentarem taxas de sucesso extremamente discrepantes em termos de cultura, educação, realizações econômicas e empreendedoriais era visto como prova de que algumas raças eram geneticamente superiores a outras.

Algumas raças eram consideradas tão geneticamente inferiores, que a eugenia foi proposta como forma de reduzir sua reprodução.  O antropólogo Francis Galton chegou a exortar "a gradual extinção de uma raça inferior".

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...Lenda de Sioux


Conta uma lenda dos índios sioux que, certa vez, Touro Bravo e Nuvem Azul chegaram de mãos dadas à tenda do velho feiticeiro da tribo e pediram:
- Nós nos amamos e vamos nos casar. Mas nos amamos tanto que queremos um conselho que nos garanta que ficaremos sempre juntos, que nos assegure estar um ao lado do outro até a morte. Há algo que possamos fazer?

E o velho, emocionado ao vê-los tão jovens, tão apaixonados e tão ansiosos por uma palavra, disse:
- Há o que possa ser feito, ainda que sejam tarefas muito difíceis. Tu, Nuvem Azul, deves escalar o monte ao norte da aldeia apenas com uma rede, caçar o falcão mais vigoroso e trazê-lo aqui, com vida, até o terceiro dia depois da lua cheia. E tu, Touro Bravo, deves escalar a montanha do trono; lá em cima, encontrarás a mais brava de todas as águias. Somente com uma rede deverás apanhá-la, trazendo-a para mim viva!

Os jovens se abraçaram com ternura e logo partiram para cumprir a missão.
No dia estabelecido, na frente da tenda do feiticeiro, os dois esperavam com as aves.
O velho tirou-as dos sacos e constatou que eram verdadeiramente formosos exemplares dos animais que ele tinha pedido.

- E agora, o que faremos? Os jovens perguntaram.

- Peguem as aves e amarrem uma à outra pelos pés com essas fitas de couro.
Quando estiverem amarradas, soltem-nas para que voem livres.

Eles fizeram o que lhes foi ordenado e soltaram os pássaros.
A águia e o falcão tentaram voar, mas conseguiram apenas saltar pelo terreno.
Minutos depois, irritadas pela impossibilidade do vôo, as aves arremessaram-se uma contra a outra, bicando-se até se machucar.

Então o velho disse:
- Jamais esqueçam do que estão vendo, esse é o meu conselho.
Vocês são como a águia e o falcão. Se estiverem amarrados um ao outro, ainda que por amor, não só viverão arrastando-se, como também, cedo ou tarde, começarão a machucar um ao outro. Se quiserem que o amor entre vocês perdure, voem juntos, mas jamais amarrados.

Libere a pessoa que você ama para que ela possa voar com as próprias asas.
Respeite o direito das pessoas de voar rumo ao sonho delas.

A lição principal é saber que somente livres as pessoas são capazes de amar!!!

12 dicas para ajudar seu animal que tem medo dos fogos

 

Sábado começam as festas de final de ano e eu ja estou desesperada atrás de informações para ajudar com o sofrimento dos meus bichos! Na minha família ja faz alguns anos que acabamos com a utilização de fogos de artifício, alem de incomodar os animais, eles são muito perigosos para quem não tem o mínimo de instrução. Mas também sabemos que fogos são lindos, coloridos, emocionantes e nunca vamos conseguir convencer  prefeituras e hotéis a não realizarem mais shows de fogos na virada! Então vai aqui algumas dicas básicas e interessantes!

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A árvore boa

"Quando cortam uma árvore boa e não arrancam suas raízes, brotos teimosos vão nascer sempre no que sobrou do tronco a dizerem que ela pode ressurgir e ficar mais alta, porque a sua seiva não se extinguiu e nem se extinguirá!"

Carmelo Regis

A Revolução Democrática de 31 de Março completa 50 anos este ano e já se observa elevado número de reportagens e artigos sobre esse fato histórico. Nesse diapasão, nas esferas federal, estaduais e até municipais avultam as diversas Comissões da Verdade criadas no País, a levantarem fatos que vão repercutir na opinião pública com uma visão num só sentido. Seu escopo maior é denegrir o fato histórico, cujo combustível veio do coração nacionalista do povo brasileiro no limiar do outono de 1964. Ao passo que os crimes cometidos pelas esquerdas radicais são nefanda e irresponsavelmente acobertados por essas comissões.

A atual "presidenta" da República, que participou ativamente da luta armada, em recente visita à paradisíaca Ilha de Cuba demonstrou ao mundo sua prestimosa submissão ao líder comunista Fidel Castro. Esse seu ato mostra que, se a revolução não fosse vitoriosa, estaríamos sob a vigência de uma "democracia sanguinária", semelhante à que ainda escraviza e aterroriza o povo cubano.

Após 30 anos da Nova República e de cinco governos civis, notam-se análises negativas quanto ao presente e ao futuro do Brasil. Os três Poderes da República, base de todo regime democrático, vivem hoje momentos sensíveis e preocupantes - corrupção e mordomias em todos os seus níveis.

O Legislativo é a instituição mais desacreditada, segundo pesquisas confiáveis. Legisla quase sempre em favor dos direitos, mas nem sempre se lembra dos deveres. O interesse nacional é secundário e, em consequência, temas de capital importância para o Brasil são postergados, só pelo simples fato de que podem trazer reflexos indesejados nas urnas.

O Judiciário passou a ser a esperança dos brasileiros por ter-se sobressaído sobremaneira no processo conhecido como mensalão, conduzido pela Suprema Corte. Esta, em seus debates, demonstrou, entretanto, que há áreas de atritos de cunho ideológico e partidário entre seus membros. Não fossem a morosidade no julgar e os longos trâmites nos processos jurídicos, seu conceito seria mais positivo.

O Executivo passa por sérias dificuldades, pois a "presidenta" demonstra ser incapaz de governar com seriedade, equilíbrio e competência. Diante de qualquer obstáculo, convoca especialistas em propaganda e marqueteiros para que façam diminuir ou mascarar os pontos negativos que poderão surgir, pois só o que ela e seu partido querem é conseguir a reeleição. Em relação à política externa, o anseio do governo é fazer o Brasil ter uma cadeira permanente no Conselho de Segurança da ONU. e isso está afastado. Nosso país está sendo ridicularizado em todo o mundo por tantos escândalos. País assim não pode postular distinção de tamanha expressão mundial.

Nos dias atuais o País vive momentos conturbados, que se vêm agravando desde os surpreendentes movimentos populares de junho de 2013. A Copa do Mundo traz efetivas preocupações ao povo brasileiro.

Manifestações ininterruptas conduzidas por vândalos transformaram algumas cidades, principalmente as capitais, em verdadeiras praças de guerra. Os "rolezinhos", já bastante disseminados, trazem em seu bojo indícios de luta de classes. A criminalidade já é endêmica entre nós e isso faz com que não mais sejamos vistos como um povo pacífico e cordato. Nossos índices de crimes anuais já atingem a cifra de 50 mil mortos/ano, próximos aos de países onde há guerra civil.

As autoridades constituídas pouco fazem para reverter essa situação. Propalam promessas vãs, são incompetentes, demonstram desinteresse e má-fé. Seu aparato policial está sempre pressionado, pois suas ações são consideradas agressivas. As soluções não surgem e o País vive uma situação de descalabro político e moral, com manifestos sinais de incipiente desobediência civil. É essa a democracia que desejamos?

Finalmente, um enorme paradoxo. As Forças Armadas continuam sendo a instituição de maior credibilidade no País, e isso é se deve não apenas à eficiência, à noção de responsabilidade, ao trato da coisa pública, mas, sobretudo, aos valores morais que são cultivados em todos os seus escalões. A honestidade, a probidade, a disciplina e o empenho no cumprimento da missão são algumas virtudes que norteiam as Forças Armadas e que deveriam também ser exercidas pelos diversos mandatários dos governos de nosso país. O que, infelizmente, não ocorre.

Na área militar nota-se ainda repulsa aos atos das citadas comissões. Ela é flagrante, crescente e de silenciosa revolta. Pensam que os integrantes das Forças Armadas - quietos, calados e parecendo subservientes - assistem passivamente aos acontecimentos atuais com sua consciência adormecida. Não é bem isso que está acontecendo!

As esquerdas sempre alardeiam que os "militares de hoje" não são como "os de 1964". Sem dúvida! Aqueles, mais preparados cultural e profissionalmente e mais informados que estes, mantêm, contudo, bem viva a mesma chama que seus predecessores possuíam e lhes legaram: o amor à liberdade, aos princípios democráticos, à instituição e ao Brasil. Também não aceitarão e, se necessário, confrontarão regimes que ideólogos gramscistas queiram impor à sociedade brasileira, preconizados pelo Foro de São Paulo, órgão orientador do partido que nos governa e de alguns países da América do Sul que se dizem democratas.

Mesmo sendo vilipendiada, devemos saudar a Revolução Democrática. É voz geral entre os esquerdistas que 64 jamais será esquecido. Ótimo, nós, civis e militares que a apoiamos, também não a esqueceremos. A Revolução de 1964 será sempre uma "árvore boa"!

*Rômulo Bini Pereira é general de Exército e foi chefe do Estado Maior de Defesa.

 

fonte: https://opiniao.estadao.com.br/noticias/geral,a-arvore-boa,1131960

A criminalização do artista - Como se fabricam marginais em nosso país

 

Antes de ler assista o vídeo a seguir, vale a pena: http://vimeo.com/27659191

 

Abril de 2011. A intolerância ao diferente apoiada por uma campanha de higienização social em Belo Horizonte, assume ares de politica repressiva de caráter criminal. À administração municipal, policia militar e mídia se associam na tarefa de criminalizar o artista de rua, artesãos nômades portadores de um patrimônio cultural brasileiro que deriva da resignificação do movimento hippie das décadas de 60 e 70. Uma cultura com mais de 40 anos. Mas quem criminaliza o estado? Com expressões próprias na arte, na música e no estilo de vida, os artesãos são perseguidos, saqueados em seus bens pessoais e presos por desacato ao exercer a legitima desobediência civil. Artigo 5º da Constituição Federal: II - ninguém será obrigado a fazer ou deixar de fazer alguma coisa senão em virtude de lei;

Mais informações: belezadamargem.wordpress.com As agressões continuam, assistam:

Praça Sete Sitiada - Parte I - "Quem é o ladrão? www.youtube.com/?watch?v=_0D8VIaF7Ao

Praça Sete Sitiada - Parte II - "O artista subjugado: www.youtube.com/?watch?v=tw2W3wr4Gm0

 

fonte: http://vimeo.com/27659191

A esquerda progressista e a consagração da culpa

 

No início do século XX, o movimento progressista — à época, liderado pela esquerda americana — entrou em cena pregando o fascinante e sedutor evangelho da Libertação da Culpa.  Os indivíduos — proclamavam audaciosamente os progressistas — estavam reprimidos, inibidos e repletos de um massacrante sentimento de culpa pelo simples fato de estarem constantemente cedendo aos seus desejos e impulsos naturais.  A função autoproclamada dos progressistas era a de efetuar uma jubilosa remoção de todo e qualquer sentimento de culpa, sentimento esse que havia sido forçadamente incutido nas pessoas pela 'opressora moral religiosa', por padres e pastores. 

O hedonismo, a entrega irreprimível aos desejos e o fim de toda e qualquer sensação de culpa passaram a ser o comportamento preconizado.  Colocando em uma típica e repugnante frase da Revolução Sexual da década de 1960, "Se algo se move, acaricie e demonstre afeto".  O sexo, por fim, seria "apenas um gole d'água", algo natural e inofensivo.

No entanto, essa era da inocência e da ausência de culpa propugnada pelos progressistas durou, pelo que me lembro, aproximadamente seis meses.  Logo depois, as coisas se inverteram totalmente.

Atualmente, toda a cultura progressista é caracterizada por um maciço sentimento de culpa coletiva.  Aquele cidadão que não rezar pela cartilha politicamente correta e não professar (nem que seja apenas da boca para fora) uma longa lista de culpabilidades solenemente declaradas é automaticamente rotulado de 'reacionário' e será naturalmente tido como um pária em sua vida pública.

O sentimento de culpa é hoje onipresente, a tudo permeia e está difuso em todas as culturas e classes sociais.  E o que é ainda mais irônico: tudo isso foi imposto a nós pelos mesmos marotos que outrora prometiam uma fácil e irrestrita libertação de toda e qualquer sensação de culpa.

Um breve resumo dos sentimentos que um indivíduo tem a obrigação de ter: sentimento de culpa pelo assaltante de rua, sentimento de culpa por séculos de escravidão, sentimento de culpa pela opressão e estupro de mulheres, sentimento de culpa pelo Holocausto, sentimento de culpa pela existência de aleijados, de cegos, de anões e de deficientes mentais, sentimento de culpa por comer animais, sentimento de culpa por estar gordo, sentimento de culpa por fumar, sentimento de culpa por não reciclar o lixo, sentimento de culpa por se locomover de carro e gerar poluição, sentimento de culpa por não usar bicicleta, sentimento de culpa por haver pessoas negras com renda menor que a sua, sentimento de culpa por estar "violando a santidade da Mãe Terra" e por aí vai.

Observe que esta culpa jamais é confinada a indivíduos específicos — por exemplo, aqueles que realmente escravizaram ou assassinaram ou estupraram pessoas.  A eficácia em se induzir culpabilidade nas pessoas advém justamente do fato de que a culpa não é específica, mas sim coletiva, podendo ser expandida e ampliada por todo o planeta e, aparentemente, ao longo de várias épocas, de modo incessante.

Antigamente, desprezávamos os nazistas por causa da sua doutrina de coletivização da culpa (a qual eles impuseram a judeus e ciganos); hoje, abraçamos esse mesmo conceito nazista como se ele fosse uma característica vital do nosso sistema ético.  Confinar a culpa apenas a criminosos específicos seria uma atitude que não geraria o efeito desejado justamente porque não caberia na nossa vigente doutrina do "vitimismo credenciado".

Alguns grupos já adquiriram o status de "vítimas oficiais" — são aqueles que têm direito a tudo, principalmente ao bolso dos outros cidadãos, os quais, justamente por não estarem no grupo oficial das vítimas, estão consequentemente no grupo dos criminosos, e são os "vitimadores oficiais", normalmente homens brancos, heterossexuais e bem-sucedidos.

Destes vitimadores exige-se que sintam culpa e remorso pelas vítimas, e consequentemente — uma vez que não faz sentido se sentir culpado sem pagar por isso — assumam vários deveres e concedam infindáveis privilégios às "vítimas credenciadas", seja sendo pacificamente assaltado na rua, seja fornecendo vagas de trabalho ou em universidades por meio de cotas, seja concedendo salários sem nenhuma relação com a produtividade.

Simplesmente não há maneiras de um determinado indivíduo deixar de ser culpado.  E foi isso que nossos libertadores progressistas nos impuseram.

Para piorar, toda essa vitimologia fez com que até mesmo o sexo deixasse de ser visto como algo livre de culpa: com a implacável diatribe feminista de que "o sexo explora as mulheres", e a furiosa mania do "deve-se usar preservativos em nome do sexo seguro", seria melhor simplesmente abolir todos esses modernismos e voltarmos para a boa e velha culpa cristã em relação ao sexo.  Certamente seria algo mais simples e pacífico.

Grande parte da atual onda politicamente correta não passa de uma demente tentativa de justificar e dar continuidade a um comportamento repugnante ao mesmo tempo em que se tenta substituir o comportamento decente por uma cornucópia de regras formais ditadas por progressistas.  O problema é que essas regras formais são o inverso das boas maneiras, pois são usadas como porretes para impor o desejo de alguns poucos sobre todos os outros — e tudo em nome da "sensibilidade".

Mas uma hiper-sensibilidade é uma das maiores barreiras que podem ser impostas ao discurso civilizado e às relações sociais, e servem apenas para fazer com que as relações humanas voluntárias e francas sejam virtualmente impossíveis.

Como em todos os outros aspectos da nossa pútrida cultura, a única maneira de remediar a situação é oferecer resistência e partir para o ataque frontal e total contra esses progressistas de esquerda indutores de culpa.  É nesse ataque que jaz a única esperança de reassumirmos o controle de nossas vidas e retomarmos nossa cultura do controle destes tiranos maliciosos.

Murray N. Rothbard (1926-1995) foi um decano da Escola Austríaca e o fundador do moderno libertarianismo. Também foi o vice-presidente acadêmico do Ludwig von Mises Institute e do Center for Libertarian Studies. 


A Teoria Pixar – Todos os filmes da Pixar são um só

Pixar

Imagino que você já esteja sabendo da Pixar Theory. É uma teoria criada pelo jornalista Jon Negroni e postada no site dele na última 5ª (11/7): sabe aquelas várias conexões e easter eggspresentes nos filmes da Pixar? Elas não seriam aleatórias, mas apenas as peças mais explícitas e óbvias de um cenário muito maior. O texto original, em inglês, tá aqui e recomendo muito a leitura.

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A universidade burra

Alguém até pode dar aulas numa faculdade só pela experiência. Mas incomoda quem está no “esquema”

Falo por experiência própria: a universidade brasileira é burra. Não me refiro só às públicas. As particulares também. Sou da área de comunicações e artes, faço talvez uma ressalva quanto às de exatas. Mas, como são regidas pelas mesmas regras e pelo enorme contingente de acadêmicos, em sua maioria dedicados a escrever teses que ninguém lê, arrisco dizer que não há muita diferença.

Tomei consciência disso há alguns anos, ao ler aqui e ali que este ou aquele escritor americano fora professor residente numa universidade, com cursos de escrita criativa. Nem todo escritor americano é best-seller. Muitos autores bons gramam com tiragens pequenas. Há essa válvula de escape, dentro do sistema universitário, que atrai profissionais do mercado para compartilhar suas experiências. Inicialmente, como sempre a gente faz, culpei o governo brasileiro, cujas leis provavelmente impediriam essa participação. Surpreso, por meio de conversas com docentes e diretores de universidades, descobri que a possibilidade existe. Alguém pode dar aulas numa universidade apenas por sua experiência. Chegaram a tentar, no Rio de Janeiro, com um ator famoso. Mas ouvi:

– Essas pessoas não se adaptam ao esquema.

Exato. Incomodam. O sistema universitário brasileiro é rançoso. As pessoas só ascendem por meio de trabalhos acadêmicos. Os outros incomodam.

Fiz jornalismo na Universidade de São Paulo. Trabalhei nos mais importantes veículos da imprensa escrita deste país. Fui diretor de redação. Jamais fui convidado para dar um curso, ou workshop, em escolas de jornalismo. Também fiz carreira na televisão. Sou autor de novelas. Quem me conhece sabe que, graças a Deus, tenho emprego numa empresa que admiro, a Globo. E que minhas novelas fizeram sucesso aqui no Brasil e também em muitos países do mundo. Alguém me chamou para um curso de roteiro?

Óbvio, não estou procurando emprego.

Me surpreende esse desinteresse pelo que eu poderia oferecer. Só a própria TV Globo, por meio de seu programa de contato com as universidades, manifestou interesse. Dei uma palestra numa faculdade do Rio de Janeiro, particular. Não houve um minuto em que algum aluno não entrasse ou saísse. Em nenhum momento, um professor aconselhou a parar com aquele ir e vir. Perdi a concentração.

Anos depois, um amigo e aluno me convidou para uma palestra em sua classe de teatro, numa universidade particular de São Paulo. Na sala, percebi que uma aluna estava com a filha de 4 anos. Primeiro, avisei que, se alguém saísse, não poderia voltar. Depois, pedi a saída da mãe com a criança, pois a discussão de algum tema poderia ser inadequada. A professora depois me agradeceu, porque a criança atrapalhava as aulas, que, em teatro, muitas vezes exigem leituras despudoradas. Mas não sabia como agir.

Há um ano, uma grande faculdade particular, que cobra altas mensalidades, me convidou para dar uma palestra num festival de cinema. Perguntei quanto pagariam. A resposta foi que não havia verba para isso. Já dei palestras para alunos de escolas públicas sem pensar em grana. Certa vez, fui a um bairro de periferia, na divisa de São Paulo, onde o portão de ferro era trancado para evitar a violência das ruas. Jamais cobraria nada de uma população carente, desde que tenha agenda. Mas de uma faculdade caríssima? Expliquei: o cachê era uma questão de respeito. Desistiram de mim.

Agora, vamos ver: quem são os mestres das grandes escolas de comunicação? Jornalistas que trabalharam em algum lugar há 20, 30 anos. Roteiristas fora do mercado. Gente que, reconheço, tem seu valor. Conhecem teoria, têm tempo para estudos aprofundados. E me desculpem as raríssimas exceções, que não conheço. Mas não pode ser só isso.

A universidade se distancia da realidade do mercado de trabalho. Muitos conhecidos da área e eu sentimos que seria bom compartilhar nossa experiência, não pela grana, mas para exercer uma função social. Trocar. Formar. Não pretendo fazer uma tese, mas meu trabalho já não me habilita a dar aulas de roteiro? Se ambicionasse uma cátedra, teria de seguir todos os passos da burocracia acadêmica. Que, pior, entrega ao mercado gente absolutamente despreparada. Jornalistas que não escrevem, atores que não representam, roteiristas capazes de tão somente fazer uma linda tese sobre roteiros, como seus mestres. Os acadêmicos tremem diante da ideia de seus castelos ruírem. É burrice, deles e do sistema. Ninguém devia tremer, mas compartilhar.

 

Fonte: https://epoca.globo.com/colunas-e-blogs/walcyr-carrasco/noticia/2014/11/buniversidadeb-burra.html

Após 20 anos, real perde poder de compra, e nota de R$ 100 vale só R$ 22,35

Ao longo de quase 20 anos do Plano Real, a inflação acumulada desde 1/07/1994 até 1/2/2014, medida pelo IPCA, foi de 347,51%.  Assim, um produto que custava R$ 1,00 em 1994 custa hoje R$ 4,47.

O matemático financeiro José Dutra Vieira Sobrinho afirma que, em decorrência desse fato, a cédula de R$ 100,00 perdeu 77,65% do seu poder de compra desde o dia em que passou a circular. Com isso, o poder aquisitivo da nota de R$ 100,00 é hoje de apenas R$ 22,35.

A perda desse poder aquisitivo é calculada por uma fórmula matemática na qual se divide o valor nominal da moeda pela taxa de inflação somada a 1. Quem quiser aprender a calcular a perda do poder aquisitivo da moeda pode acompanhar a explicação do professor Dutra no seu blog.

"O real foi reduzido a quase um quinto do valor em 20 anos", diz o professor. "Mas isso ainda é uma vitória. Porque mesmo passados 20 anos, ela ainda mantém um certo poder aquisitivo. O histórico anterior era de uma inflação que chegava a 5.000% ao ano."

A garoupa virou lambari

"Com essa desvalorização, se o indivíduo ganhava R$ 100 em 1994 agora precisa de R$ 400 para poder atender aos seus desejos", diz o professor de Economia do Insper Otto Nogami. "A garoupa virou um lambari", referindo-se ao peixe que estampa a nota de R$ 100.

A onça também virou um gatinho –a nota de R$ 50 hoje tem o poder de compra de R$ 11,17. Em 20 anos, o valor da moeda de R$ 0,01 praticamente desapareceu.

Isso se deve por conta do efeito da inflação sobre o poder de compra. "A inflação é o  termômetro que mede a diferença entre o desejo de consumir e a capacidade de produzir", diz Nogami.

Quando o desejo de consumir é maior do que a capacidade de produção, os preços sobem.

Inflação é problema crônico no Brasil

O crônico problema brasileiro com a inflação está, portanto, na incapacidade de o país produzir o suficiente para atender à demanda reprimida, ou seja, àqueles que querem consumir e pagam por isso.

"Há também um incentivo inconveniente e imprudente por parte do governo de estimular compras sendo que não há a produção necessária para atender o consumo.

Outro fator que estimulou a inflação foi a queda abrupta da taxa de juros até 2012. A oferta de crédito fez com que as pessoas se sentissem mais "ricas". "O brasileiro partiu para o consumo desenfreado, se endividou, se tornou inadimplente.  E a conta para pagar veio.

Como sair dessa situação?

É simples, diz o professor Nogami. A primeira providência é investir no setor produtivo para adequar as necessidades de produção ao consumo.

O segundo item importante é o investimento em educação. Incluir na grade curricular conceitos fundamentais de finanças pessoais. Ensinar a importância de poupar.

"Sonhos de consumo podem e devem ser realizados, mas mediante um planejamento. Primeiro economizar para realizar o sonho e não antecipar o sonho usando empréstimos e financiamentos que no médio prazo reduzem sua capacidade de consumir", diz.

E, quando o produto estiver caro demais, deixe-o na prateleira. Afinal, quando o produto sobra, as liquidações aparecem.

fonte: http://economia.uol.com.br/album/2014/02/14/saiba-quanto-valem-as-notas-e-cedulas-do-plano-real-depois-de-20-anos.htm#fotoNav=1

Aquecimento global é inevitável e 6 bi morrerão, diz cientista

Aos 88 anos, depois de quatro filhos e uma carreira longa e respeitada como um dos cientistas mais influentes do século 20, James Lovelock chegou a uma conclusão desconcertante: a raça humana está condenada. "Gostaria de ser mais esperançoso", ele me diz em uma manhã ensolarada enquanto caminhamos em um parque em Oslo (Noruega), onde o estudioso fará uma palestra em uma universidade. Lovelock é baixinho, invariavelmente educado, com cabelo branco e óculos redondos que lhe dão ares de coruja. Seus passos são gingados; sua mente, vívida; seus modos, tudo menos pessimistas. Aliás, a chegada dos Quatro Cavaleiros do Apocalipse - guerra, fome, pestilência e morte - parece deixá-lo animado. "Será uma época sombria", reconhece. "Mas, para quem sobreviver, desconfio que vá ser bem emocionante."

Na visão de Lovelock, até 2020, secas e outros extremos climáticos serão lugar-comum. Até 2040, o Saara vai invadir a Europa, e Berlim será tão quente quanto Bagdá. Atlanta acabará se transformando em uma selva de trepadeiras kudzu. Phoenix se tornará um lugar inabitável, assim como partes de Beijing (deserto), Miami (elevação do nível do mar) e Londres (enchentes). A falta de alimentos fará com que milhões de pessoas se dirijam para o norte, elevando as tensões políticas. "Os chineses não terão para onde ir além da Sibéria", sentencia Lovelock. "O que os russos vão achar disso? Sinto que uma guerra entre a Rússia e a China seja inevitável." Com as dificuldades de sobrevivência e as migrações em massa, virão as epidemias. Até 2100, a população da Terra encolherá dos atuais 6,6 bilhões de habitantes para cerca de 500 milhões, sendo que a maior parte dos sobreviventes habitará altas latitudes - Canadá, Islândia, Escandinávia, Bacia Ártica.

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Carta à minha filha: Não deixe que a escola te ensine

Clarice querida,

 

O mundo está mudando rápido. Bem mais rápido que as nossas escolas. Há tantas delas que ainda não perceberam que este mundo internético em que hoje vivemos é radicalmente diferente do mundo desconectado de algumas poucas décadas atrás e que nossa Educação agora pode e precisa ser muito melhor.

Grandes ideias não faltam: escolas na nuvem na Índia, aulas sem turmas nem professores em Portugal, salas-de-aula invertidas nos Estados Unidos, brinquedos que ensinam crianças a programar computadores na Inglaterra, milhares de pessoas do mundo todo fazendo juntas cursos de nível superior!

Mas é preciso querer ver a necessidade de mudar, e isso demora. Por mais que eu esteja otimista, não acho que os anos que te restam na escola sejam tempo suficiente para essa onda de renovação se espalhar pelo Brasil e chegar à tua sala-de-aula.

Vai ser por pouco… Você é parte da última geração de alunos da escola do passado. Ou seja, alunos de um modelo de educação igualzinho ao que eu tive, e que também foi o mesmo dos teus avós, teus bisavós, teus trisavós…

 Mas se não dá para evitar que as manhãs da tua infância sejam gastas em aulas chatas e desestimulantes, você pode pelo menos ficar alerta aos defeitos desse modelo. Assim, enquanto você aproveita o que a escola pode te oferecer de bom, vai conseguir impedir que ela te ensine algumas coisas que a mim custaram muitos anos para desaprender.

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Celulares e câncer – confrontando evidências com opiniões da OMS

Autor: Pedro Almeida

 

Afinal, telefones celulares causam câncer? Esta pergunta voltou aos holofotes como assunto controverso que sempre foi, quando a IARC (International Agency for Research on Cancer), parte da OMS, anunciou [1] que campos eletromagnéticos de radiofrequência passariam a constar no famigerado “Grupo 2B” da IARC, uma lista de agentes “possivelmente carcinogênicos para humanos” – uma compilação que, aliás, contém atualmente 266 outros itens [2] também possivelmente carcinogênicos – friso no “possivelmente”. SELO: a xícara no anel aromático, também conhecido como "Benzeno o Chá"

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Cientistas calculam data do fim do Universo

Questões fundamentais

A energia escura compõe cerca de 70% do conteúdo atual do Universo.

Por decorrência, é esse mesmo componente desconhecido que detém a chave para o destino final do nosso Universo.

Por milênios, os seres humanos têm ponderado sobre duas questões fundamentais: "De onde viemos?" e "Para onde vamos?", questões que têm estimulado debates filosóficos e teológicos.

Graças ao rápido desenvolvimento da cosmologia nas últimas três décadas, os cientistas também obtiveram algumas pistas importantes para arriscar algumas respostas a essas perguntas.

É o que um grupo de cientistas chineses está tentando fazer agora.

Cientistas calculam data do fim do Universo
Uma simulação do Universo chamada DEUS está tentando desvendar como o Universo veio do início até hoje. [Imagem: Deus Consortium]

Grande Ruptura

O modelo padrão "Inflação + Big Bang quente" foi desenvolvido para explicar a origem do Universo.

No entanto, para prever o destino final do Universo, os pesquisadores perceberam que a chave está na natureza da energia escura.

Na ausência de um consenso sobre o que seja a energia escura, uma descrição fenomenológica do parâmetro w da equação de estado da termodinâmica - a relação entre a pressão e a densidade da energia escura - pode fornecer um bom caminho para investigações sobre a dinâmica da energia escura, ou de como ela se comportará ao longo do tempo.

Em particular, se w for menor do que -1 (w < -1) em algum momento no futuro, a densidade da energia escura vai crescer até o infinito em um tempo finito, e sua repulsão gravitacional vai rasgar todos os objetos no Universo.

Essa "Grande Ruptura" - uma espécie de apocalipse cósmico - é o foco principal da análise de Li XiaoDong e seus colegas da Universidade de Ciência e Tecnologia da China: "Queremos inferir, a partir dos dados atuais, qual seria o pior destino para o Universo," escreveram eles.

Para prever esse destino trágico, é importante escolher uma parametrização adequada, que cubra toda a história da expansão geral do Universo.

A mais popular, a parametrização Chevallier-Polarski-Linder (CPL), na verdade não é adequada para prever a evolução futura do Universo porque nela w irá divergir quando o parâmetro de desvio para o vermelho se aproximar de -1.

Assim, os autores lançaram mão de uma parametrização livre de divergências, chamada parametrização Ma-Zhang (MZ), para prever a evolução do Universo.

Quanto tempo falta para o fim do mundo?

Uma das questões mais intrigantes é: "Se houver um apocalipse final, quão longe estamos dele?"

Depois de restringir o espaço do parâmetro MZ através de uma técnica Monte Carlo via Cadeias de Markov, os autores concluíram que, usando os atuais dados observacionais, o fim do Universo pode ser expresso pela fórmula:

Cientistas calculam data do fim do Universo

Contudo, para o nível de confiança de 95,4%, os dados indicam outro resultado:

Cientistas calculam data do fim do Universo

"Em outras palavras, na pior das hipóteses (95,4% CL), o tempo restante antes do Universo acabar em uma Grande Ruptura é de 16,7 bilhões de anos", disseram os autores.

Cientistas calculam data do fim do Universo
Quintessência é uma forma hipotética de energia escura, proposta como sendo a quinta força fundamental. Phantom é uma forma hipotética de energia escura quando a equação de estado permanece fica menor do que -1. E quintom é um cenário traçado nessa hipótese de w < -1. [Imagem: XiaoDong et al.]

O que ocorrerá antes do fim do mundo?

Assim, o parâmetro de espaço restrito indica que é muito provável que, no futuro, w será menor do que -1.

Se assim for, pode-se fazer outra pergunta interessante: "Qual será o destino dos objetos do Universo unidos gravitacionalmente, como galáxias e estrelas?"

Na verdade, se w de fato se tornar menor que -1, a repulsão gravitacional da energia escura vai aumentar continuamente até superar todas as forças que mantêm coesos os objetos celestes - e todos os objetos celestes serão dilacerados.

Nenhum objeto escaparia desse destino. Obviamente, sistemas mais fortemente ligados teriam alguma sobrevida.

Utilizando a parametrização MZ, os autores especularam sobre uma série de possíveis consequências antes desse dia do juízo final cósmico.

Por exemplo, para a pior situação - o limite inferior 95,4% CL -:

  • a Via Láctea será dilacerada 32,9 milhões de anos antes da Grande Ruptura;
  • dois meses antes do fim do mundo, a Terra será arrancada do Sol;
  • cinco dias antes do dia do juízo final, a Lua será arrancada da Terra;
  • o Sol será destruído 28 min antes do fim do tempo;
  • e, 16 min antes do fim definitivo, a Terra vai explodir.

 

Ou seja, embora estejamos literalmente no escuro sobre as propriedades dinâmicas da energia escura, uma coisa fica clara: teremos pela frente um futuro mais duradouro do que o passado que deixamos para trás.

Bibliografia:

Dark energy and fate of the Universe
Li XiaoDong, Wang Shuang, Huang QingGuo, Zhang Xin, Li Miao
SCIENCE CHINA Physics,Mechanics & Astronomy
Vol.: 55 No. 7: 1330-1334
DOI: 10.1007/s11433-012-4748-z

Desabafo de uma senhora idosa sobre a onda de preservação do meio ambiente

Na fila do supermercado o caixa diz uma senhora idosa que deveria trazer suas próprias sacolas para as compras, uma vez que sacos de plástico não eram amigáveis ao meio ambiente. A senhora pediu desculpas e disse: “Não havia essa onda verde no meu tempo."

O empregado respondeu: "Esse é exatamente o nosso problema hoje, minha senhora. Sua geração não se preocupou o suficiente com  nosso meio ambiente. "
"Você está certo", responde a velha senhora, nossa geração não se preocupou adequadamente com o meio ambiente.
Naquela época, as garrafas de leite, garrafas de refrigerante e cerveja eram devolvidos à loja. A loja mandava de volta para a fábrica, onde eram lavadas e esterilizadas antes de cada reuso, e eles, os fabricantes de bebidas, usavam as garrafas, umas tantas outras vezes.
Realmente não nos preocupamos com o meio ambiente no nosso tempo. Subíamos as escadas, porque não havia escadas rolantes nas lojas e nos escritórios. Caminhamos até o comércio, ao invés de usar o nosso carro de 300 cavalos de potência a cada vez que precisamos ir a dois quarteirões.

Mas você está certo. Nós não nos preocupávamos com o meio ambiente. Até então, as fraldas de bebês eram lavadas, porque não havia fraldas descartáveis. Roupas secas: a secagem era feita por nós mesmos, não nestas máquinas bamboleantes de 220 volts. A energia solar e eólica é que realmente secavam nossas roupas. Os meninos pequenos usavam as roupas que tinham sido de seus irmãos mais velhos, e não roupas sempre novas.
Mas é verdade: não havia preocupação com o meio ambiente, naqueles dias. Naquela época só tínhamos somente uma TV ou rádio em casa, e não uma TV em cada quarto. E a TV tinha uma tela do tamanho de um lenço, não um telão do tamanho de um estádio; que depois será descartado como?
Na cozinha, tínhamos que bater tudo com as mãos porque não havia máquinas elétricas, que fazem tudo por nós. Quando embalávamos algo um pouco frágil para o correio, usamos jornal amassado para protegê-lo, não plastico bolha ou pellets de plástico que duram cinco séculos para começar a degradar.
Naqueles tempos não se usava um motor a gasolina apenas para cortar a grama, era utilizado um cortador de grama que exigia músculos. O exercício era extraordinário, e não precisava ir a uma academia e usar esteiras que também funcionam a eletricidade.

Mas você tem razão: não havia naquela época preocupação com o meio ambiente. Bebíamos diretamente da fonte, quando estávamos com sede, em vez de usar copos plásticos e garrafas pet que agora lotam os oceanos. Canetas: recarregávamos com tinta umas tantas vezes ao invés de comprar uma outra. Abandonamos as navalhas, ao invés de jogar fora todos os aparelhos 'descartáveis' e poluentes só porque a lámina ficou sem corte.
Na verdade, tivemos uma onda verde naquela época. Naqueles dias, as pessoas tomavam o bonde ou de ônibus e os meninos iam em suas bicicletas ou a pé para a escola, ao invés de usar a mãe como um serviço de táxi 24 horas. Tínhamos só  uma tomada em cada quarto, e não um quadro de tomadas em cada parede para alimentar uma dúzia de aparelhos. E nós não precisávamos de um GPS para receber sinais de satélites a milhas de distância no espaço, só para encontrar a pizzaria mais próxima.
Então, não é risível que a atual geração fale tanto em meio ambiente, mas não quer abrir mão de nada e não pensa em viver um pouco como na minha época?

Descubra as mentiras que o seu cérebro conta para você

Você não toma as próprias decisões - e boa parte do que vê não é real. É apenas uma ilusão criada pelo seu cérebro, que passa pelo menos 4 horas por dia enganando você. Conheça os truques que ele aplica - e saiba o que realmente acontece dentro da mente.

Você fica cego 4 horas por dia. Já foi enganado por um rótulo nesta semana. Tem preconceitos sobre todos os assuntos (por mais que ache que não). Toma decisões irracionais, que vão contra os seus interesses. Você não está no controle da própria mente. Mas não se preocupe: você é normal. Não é maluco e possui um cérebro perfeito, como o de qualquer outra pessoa. Só que ele inventa coisas para iludir você. Não é por mal. É só uma maneira de economizar energia.

 

Leia mais:Descubra as mentiras que o seu cérebro conta para você

Dogons/ÁFRICA - Conhecimentos de outro mundo (Avançada Civilização Mais antiga do Planeta)

NÃO ESTÁ NOS LIVROS E NUNCA FOI PASSADO NAS ESCOLAS BRASILEIRAS.

Os conhecimentos cosmogônicos, astronômicos, matemáticos, metafísicos, filosóficos, biológicos dos dogon não são limitados a simplórias observações visuais do céu ou chamadas observações empíricas da vida. Com grande profundidade sempre souberam, por exemplo, a função do oxigênio no corpo e aspectos do sistema circulatório humano, conhecimentos que a ciência ocidental só descobriu em tempos modernos. Conheceram também os mistérios das principais estrelas do céu, das luas do Sistema Solar sem nunca terem manipulado telescópios. 

Neste artigo iremos falar sobre uma das mais importantes civilizações do planeta, ela tem deixado o EUROCENTRISMO sem respostas, gerado especulações e fantasias de cientistas e ficcionistas brancos que afirmam que o conhecimento dos dogon por ser tão profundo só pode ter sido ensinado por extraterrestres. 

O conhecimento Dogon foi pesquisado por muitos anos, ainda assim os EUROCÊNTRICOS não conseguem entender a RIQUEZA destes conhecimentos ocultos, que são apresentados paulatinamente em diferentes estágios de iniciação, e que são atingidos apenas pelos excepcionalmente dotados. 

Um dos maiores mistérios da civilização dogon está no seu conhecimento das estrelas e sua tradição astronômica remonta pelo menos 5.000 anos. Os sumos sacerdotes já tinham conhecimento profundo dos astros, incluindo Sirius, bem ANTES DE SEREM DETECTADOS PELOS TELESCÓPIOS MODERNOS.A história dos dogons e de seu avançado conhecimento sobre a estrela Sírius permanece um mistério.

A civilização dos Dogon está situada no Mali e uma pequenina parcela populacional em Burkina Fasso e Costa do Marfim, países da Costa Ocidental da África.

O deus Amma, em seguida, modelou duas cerâmicas brancas, simbolizando o sol e a lua. Além disso, os altos sacerdotes sabem há muito tempo que Sirius é acompanhada por outra estrela, conhecida pelos astrônomos como Sirius B. O que é extraordinário é que durante vários séculos, toda a cosmogonia dos Dogon é controlada por Sirius B.

A existência de Sirius B só foi inferida a existir através de cálculos matemáticos realizados por Friedrich Bessel em 1844 e identificado como uma anã branca, em 1915.

Os sábios dogon desenham o chão com varas voltadas para o céu, representando-as.

Esta estrela leva 50 anos para ir ao redor de Sirius e comemoram este evento a cada 50 anos na festa de "Sigui" para regenerar o mundo. O calendário Dogon é completamente não-tradicional em que o seu ciclo de cinqüenta anos não se baseia na rotação da Terra em torno do Sol (como é o nosso calendário Juliano), nem os ciclos da Lua (um calendário lunar). Em vez disso, os centros Dogon de cultura se baseiam em torno do ciclo de rotação de Sírius B, que circunda a principal estrela Sirius A cada 49,9 - ou 50 anos.

Para incluir esta estrela menor, os Dogon escolhem o menor objeto em sua posse: a semente da variedade de grãos de milheto fonio como seu principal alimento.

Em sua língua, "Po Tolo” (Sirius B) é pequeno em tamanho, mas muito pesado. Sabe-se desde 1920 que as anãs brancas embora pequenas tenham uma densidade incrível. As tradições orais ensinam que há milhares de anos a Terra gira em torno do Sol e que Júpiter tem quatro satélites principais e Saturno tem anéis, e as estrelas são corpos em movimento perpétuo. Eles também sabiam que a lua é um planeta morto de natureza deserta e infecunda.

Por gerações, os sacerdotes ensinam que a Via Láctea é animado por um movimento em espiral, que participa no nosso sistema solar.

Outro fato fenomenal são os argumentos de que Sirius seria acompanhado, não de uma estrela, mas de duas estrelas. Denominam PoTolo, e desenhavam, com exata precisão, a sua órbita elíptica em torno de Sírio. Projetaram corretamente a sua trajetória até o ano 1990, em desenhos que conferem precisamente com o curso projetado pela astronomia moderna.

Em 1950, dois antropólogos franceses, Marcel Griaule e Germaine Dieterlen, declararam que a Sirius B, embora absolutamente invisíveis a olho nu, foi durante séculos a espinha dorsal da cosmologia celeste dos Dogon.

O autor Robert Temple descreve o Nommo como seres anfíbios enviados para a Terra do sistema estelar de Sirius para o benefício da humanidade. Eles se parecem com Tritões, sereias e Mermens. Estes estrangeiros supostamente vieram do sistema estelar de Sírius.

A nave mergulhou do céu e aportou em algum lugar a noroeste da pátria dos Dogon.

A Mitologia Dogon é baseada em uma unidade dualizada - ou uma uni-dualidade original - representada por uma infinitamente pequena forma de vida átomo (kize uzi), que se transforma no ovo do mundo (ADUNO talu), de onde o cosmos vem. Este átomo é simbolizado na terra, na semente da Digitaria exilis. Segundo a mitologia é conhecido como Po, e o Supremo Criador do Universo, Amma, fez o universo inteiro explodir um único grão de fonio, localizado no interior do ovo "do mundo".

A mitologia Dogon é mais ANTIGA do que a EGÍPCIA e a GREGA. Os Dogon explicam a sua mitologia através dos símbolos matemáticos. Quando falam da criação se referem ao Senhor Supremo chamado Amma, o Deus do céu e criador do universo e o aparecimento de pares de gêmeos que se tornaram os ancestrais do povo Dogon.

 

ARTE DOGON*

Os artesãos Dogon estão entre os melhores escultores do mundo. O chefe de cada família deve cuidar das figuras de culto de madeira em que os espíritos de seus ancestrais habitam e alimentá-los regularmente com milheto e de sangue para assegurar a fertilidade dos campos, o retorno das chuvas sazonais e à saúde das pessoas.

 

A MELANINA (COR DA PELE) tem a capacidade de captar todos os tipos de freqüências de energia e por isso os Dogon em virtude de sua melanina são capazes de captar vibrações de Sirius B como se possuíssem telescópios infravermelhos. A melanina deu aos antigos habitantes de khemet (Egito) e outros pretos de civilizações antigas a percepção extra-sensorial, psi e a capacidade de prever o futuro. Por isso que o povo preto é o mais espiritual de toda a humanidade, criado a imagem e semelhança de Yah, sendo os primeiros humanos a desenvolver tecnologias, filosofias, ciências e a observar as estrelas e desvendar os seus segredos.

Doutor Advogado e Doutor Médico: até quando?

Por que o uso da palavra “doutor” antes do nome de advogados e médicos ainda persiste entre nós? E o que ela revela do Brasil?

Sei muito bem que a língua, como coisa viva que é, só muda quando mudam as pessoas, as relações entre elas e a forma como lidam com o mundo. Poucas expressões humanas são tão avessas a imposições por decreto como a língua. Tão indomável que até mesmo nós, mais vezes do que gostaríamos, acabamos deixando escapar palavras que faríamos de tudo para recolher no segundo seguinte. E talvez mais vezes ainda pretendêssemos usar determinado sujeito, verbo, substantivo ou adjetivo e usamos outro bem diferente, que revela muito mais de nossas intenções e sentimentos do que desejaríamos. Afinal, a psicanálise foi construída com os tijolos de nossos atos falhos. Exerço, porém, um pequeno ato quixotesco no meu uso pessoal da língua: esforço-me para jamais usar a palavra “doutor” antes do nome de um médico ou de um advogado.  

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Doutor é quem faz Doutorado

No momento em que nós do Ministério Público da União nos preparamos para atuar contra diversas instituições de ensino superior por conta do número mínimo de mestres e doutores, eis que surge (das cinzas) a velha arenga de que o formado em Direito é Doutor. 

A história, que, como boa mentira, muda a todo instante seus elementos, volta à moda. Agora não como resultado de ato de Dona Maria, a Pia, mas como consequência do decreto de D. Pedro I. 

Fui advogado durante muitos anos antes de ingressar no Ministério Público. Há quase vinte anos sou Professor de Direito. E desde sempre vejo "docentes" e "profissionais" venderem essa balela para os pobres coitados dos alunos. 

Quando coordenador de Curso tive o desprazer de chamar a atenção de (in) docentes que mentiam aos alunos dessa maneira. Eu lhes disse, inclusive, que, em vez de espalharem mentiras ouvidas de outros, melhor seria ensinarem seus alunos a escreverem, mas que essa minha esperança não se concretizaria porque nem mesmo eles sabiam escrever. 

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Drauzio Varella diz por que ateu desperta a ira do fanático religioso

A humanidade inteira segue uma religião ou crê em algum ser ou fenômeno transcendental que dê sentido à existência. Os que não sentem necessidade de teorias para explicar a que viemos e para onde iremos são tão poucos que parecem extraterrestres.

 Dono de um cérebro com capacidade de processamento de dados incomparável na escala animal, ao que tudo indica só o homem faz conjecturas sobre o destino depois da morte. A possibilidade de que a última batida do coração decrete o fim do espetáculo é aterradora. Do medo e do inconformismo gerado por ela, nasce a tendência a acreditar que somos eternos, caso único entre os seres vivos.

 Todos os povos que deixaram registros manifestaram a crença de que sobreviveriam à decomposição de seus corpos. Para atender esse desejo, o imaginário humano criou uma infinidade de deuses e paraísos celestiais. Jamais faltaram, entretanto, mulheres e homens avessos a interferências mágicas em assuntos terrenos. Perseguidos e assassinados no passado, para eles a vida eterna não faz sentido.

 Não se trata de opção ideológica: o ateu não acredita simplesmente porque não consegue. O mesmo mecanismo intelectual que leva alguém a crer leva outro a desacreditar.

 Os religiosos que têm dificuldade para entender como alguém pode discordar de sua cosmovisão devem pensar que eles também são ateus quando confrontados com crenças alheias.

 Que sentido tem para um protestante a reverência que o hindu faz diante da estátua de uma vaca dourada? Ou a oração do muçulmano voltado para Meca? Ou o espírita que afirma ser a reencarnação de Alexandre, o Grande? Para hindus, muçulmanos e espíritas esse cristão não seria ateu?

 Na realidade, a religião do próximo não passa de um amontoado de falsidades e superstições. Não é o que pensa o evangélico na encruzilhada quando vê as velas e o galo preto? Ou o judeu quando encontra um católico ajoelhado aos pés da virgem imaculada que teria dado à luz ao filho do Senhor? Ou o politeísta ao ouvir que não há milhares, mas um único Deus?

 Quantas tragédias foram desencadeadas pela intolerância dos que não admitem princípios religiosos diferentes dos seus? Quantos acusados de hereges ou infiéis perderam a vida?

 O ateu desperta a ira dos fanáticos, porque aceitá-lo como ser pensante obriga-os a questionar suas próprias convicções. Não é outra a razão que os fez apropriar-se indevidamente das melhores qualidades humanas e atribuir as demais às tentações do Diabo. Generosidade, solidariedade, compaixão e amor ao próximo constituem reserva de mercado dos tementes a Deus, embora em nome Dele sejam cometidas as piores atrocidades.

 Os pastores milagreiros da TV que tomam dinheiro dos pobres são tolerados porque o fazem em nome de Cristo. O menino que explode com a bomba no supermercado desperta admiração entre seus pares porque obedeceria aos desígnios do Profeta. Fossem ateus, seriam considerados mensageiros de Satanás.

 Ajudamos um estranho caído na rua, damos gorjetas em restaurantes aos quais nunca voltaremos e fazemos doações para crianças desconhecidas, não para agradar a Deus, mas porque cooperação mútua e altruísmo recíproco fazem parte do repertório comportamental não apenas do homem, mas de gorilas, hienas, leoas, formigas e muitos outros, como demonstraram os etologistas.

 O fervor religioso é uma arma assustadora, sempre disposta a disparar contra os que pensam de modo diverso. Em vez de unir, ele divide a sociedade - quando não semeia o ódio que leva às perseguições e aos massacres.

 Para o crente, os ateus são desprezíveis, desprovidos de princípios morais, materialistas, incapazes de um gesto de compaixão, preconceito que explica por que tantos fingem crer no que julgam absurdo.

 Fui educado para respeitar as crenças de todos, por mais bizarras que a mim pareçam. Se a religião ajuda uma pessoa a enfrentar suas contradições existenciais, seja bem-vinda, desde que não a torne intolerante, autoritária ou violenta.

 Quanto aos religiosos, leitor, não os considero iluminados nem crédulos, superiores ou inferiores, os anos me ensinaram a julgar os homens por suas ações, não pelas convicções que apregoam.

 

fonte: http://stoa.usp.br/ateismo/weblog/107639.html

Duríssimo golpe contra a “ideologia de gênero” nos países nórdicos

 O Conselho Intergovernamental de Cooperação Nórdico, do qual fazem parte Noruega, Suécia, Finlândia, Dinamarca e Islândia, decidiu deixar de financiar o Instituto Nórdico de Pesquisas de Gênero, o NIKK, após o jornalista, comediante e sociólogo, Harald Eia, rodar um longo, genial e devastador documentário, "Hjernevask" ("Lavagem de Cérebro"), que mostrou a manipulação e a falta de base científica da "ideologia de gênero", base "intelectual" do feminismo agressivo, a ideologia queer.

Harald estava intrigado com o fato de porque, apesar de todos os esforços dos políticos e engenheiros sociais para eliminar os "estereótipos de gênero", as garotas seguiam optando por profissões "femininas" -enfermeiras, cabeleireiras, etc.-, enquanto os homens seguiam atraídos por carreiras "masculinas" -técnicos, trabalhadores da construção civil, etc-.

As políticas de igualdade de gênero em seu país fizeram com que a tendência fosse inclusive mais acentuada. Estas políticas sempre defenderam que os sexos são papéis que se adquirem pela cultura e o meio, isto é, que não se nasce homem ou mulher, senão que se "torna".

Para seu documentário, Harald fez algumas perguntas inocentes aos principais pesquisadores e cientistas do NIKK. Depois tomou as respostas e transmitiu-as aos cientistas, líderes em sua área, em outras partes do mundo, sobretudo no Reino Unido e nos Estados Unidos, pedindo-lhes seu parecer sobre os resultados de seus pares noruegueses.

Como era de esperar, os resultados da "falsa ciência" provocaram regozijo e incredulidade entre a comunidade científica internacional, sobretudo porque se baseava em pura teoria, não apoiada por nenhuma pesquisa empírica.

Harald, após filmar essas reações, regressou a Oslo, e mostrou aos pesquisadores do Nikk. Resultou que, quando se defrontaram com a ciência empírica, os "pesquisadores de gênero" ficaram sem fala, e totalmente incapazes de defender suas teorias em relação a revisão da realidade.

A falsidade foi exposta ao ridículo diante de toda a audiência de televisão e as pessoas começaram a perguntar por que era necessário financiar, com 56 milhões de euros do dinheiro dos contribuintes, uma ideologia baseada em pesquisa que não tinha credenciais científicas em nenhum lugar.



Acesse o Youtube ---->> https://youtu.be/G0J9KZVB9FM

Se você se interessou pode ver todo o documentário (com legendas em Inglês) no Vimeo:

    - The Gender Equality Paradox (O paradoxo da igualdade) - https://vimeo.com/19707588
    - The Parental Effect (O efeito parental) - https://vimeo.com/19893826
    - Gay/straight (Gay/hetero) - https://vimeo.com/19869748
    - Violence (Violência) - https://vimeo.com/19921232
    - Sex (Sexo) - https://vimeo.com/19921928
    - Race (Raça) - https://vimeo.com/19922972
    - Nature or Nurture (Natureza ou aprendizado) - https://vimeo.com/19889788

fonte: https://www.mdig.com.br/index.php?itemid=33021

Encontrado anel de antimatéria ao redor da Terra

Foguetes do futuro

A Terra possui ao seu redor um anel de antiprótons, confinados pelas linhas do campo magnético do nosso planeta.

Essa antimatéria, que pode persistir por períodos que vão desde alguns minutos até horas, antes de se aniquilar com a matéria normal na atmosfera, poderia ser usada para abastecer os foguetes ultra-eficientes do futuro.

A Terra é constantemente bombardeada por raios cósmicos vindo do espaço que, ao chegar, criam uma chuva de novas partículas conforme eles colidem com as partículas de matéria ao se aproximar do planeta.

E essa chuva de partículas contém antipartículas.

Muitas delas ficam presas dentro dos cinturões de radiação de Van Allen, duas zonas com formato de grossos anéis ao redor do planeta, onde as partículas carregadas espiralam ao redor das linhas do campo magnético da Terra.

Leia mais:Encontrado anel de antimatéria ao redor da Terra

Especialista alerta para "ameaça dos algoritmos"

Serviços inteligentes

Um especialista em algoritmos alertou para as consequências da influência cada vez maior dos sistemas de códigos operacionais em diversos aspectos da vida das pessoas.

Em uma palestra durante a conferência TED no mês de julho, na Escócia, o americano Kevin Slavin disse que "a matemática que os computadores usam para decidir as coisas" está se infiltrando em diferentes áreas as nossas vidas.

Slavin disse que os "serviços inteligentes" oferecidos por lojas de internet - que calculam livros e filmes nos quais o cliente pode estar interessado -, por sites como o Facebook e pelos mecanismos de busca como o Google comprovam que operações computacionais complexas e invisíveis controlam cada vez mais a relação das pessoas com o mundo eletrônico.

Como exemplos, ele citou um "robô-faxineiro" que mapeia a melhor maneira de realizar os afazeres domésticos e os algoritmos que estão gradualmente controlando os negócios em Wall Street e o mercado financeiro.

"Estamos escrevendo coisas que não podemos mais ler", alertou o especialista. "Nós criamos algo ilegível e perdemos a noção do que realmente está acontecendo no mundo que criamos", disse ele.

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Esta é a imagem mais detalhada do Universo já capturada

NASA acabou de publicar a imagem mais detalhada do Universo já feita. Ela é chamada “Campo de Profundidade Extrema” — ou XDF, na abreviação do termo original. Levou dez anos de fotografias do Telescópio Hubble para criar a imagem e ela mostram algumas das galáxias mais antigas já observadas por seres humanos, voltando 13,2 bilhões de anos no tempo.

É algo sensacional, uma visão extremamente humilde. Não apenas pelo que ela mostra, mas pelo que ela não mostra. Embora esta imagem contenha cerca de 5500 galáxias, ela só mostra parte do céu, uma parte ridiculamente pequena do Universo. Como você pode ver na imagem abaixo (clique para ampliá-la e, assim, vê-la completa), a foto foca apenas em uma pequena área da constelação de Fornax.

É uma parte insignificante do Universo. Uma pequena amostra. E, ainda assim, está borbulhando com bilhões de estrelas, trilhões de planetas. Alguns desses planetas, sem dúvida, têm ou já tiveram vida.

De acordo com o Dr. Garth Illingworth, da Universidade da California, em Santa Cruz, e principal pequisador do programa Hubble Ultra Deep Field de 2009, “o XDF é a imagem mais profunda do céu que já obtivemos e revela as galáxias mais distantes já vistas. O XDF nos permite explorar ainda mais o passado, como nunca antes fora possível.”

Como diz o Dr. Illingworth, o XDF é um “túnel do tempo para o passado distante.” É mesmo, e uma das mais belas máquinas do tempo que consigo imaginar.

XDF em escala com a Lua.

A imagem foi criada usando múltiplas fotografias colhidas desde 2003 usando a Advanced Camera for Surveys do Hubble e a Wide Field Camera 3. A XDF é a herdeira das imagens de Campo de Ultra Profundidade.

Este gráfico mostra (clique para ampliar) o primeiro plano (galáxias a menos de 5 bilhões de anos-luz de nós), segundo plano (entre 5 e 9 bilhões de anos-luz) e ainda mais profundo (mais de 9 bilhões de anos-luz), que tem “um bilionésimo do brilho que um ser humano pode enxergar.”

Etapas da XDF.

 

Em breve, quando o Telescópio Espacial James Webb estiver operando, o cientista dará à área da XDF outra perspectiva usando seus instrumentos infravermelhos. Assim, os cientistas conseguirá acrescentar galáxias que existiram quando o Universo tinha apenas algumas centenas de milhões de anos. Não sei do que chamarão a XDF então. Voto para HFDF — Holy F*ck Deep Field, algo como, numa tradução livre e comportada, “Campo de Profundidade Uau”.

 

fonte: http://www.gizmodo.com.br/esta-e-a-imagem-mais-detalhada-do-universo-ja-capturada/

Físicos encontram evidências de que realidade pode ser uma mera simulação virtual

Quem diabos está jogando “The Sims” com a gente?

Acredite se quiser: Físicos encontram evidências de que a nossa realidade pode ser uma mera simulação virtual. Fazemos nós parte do melhor videogame já criado?

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Islândia triplicará seu crescimento em 2012 após a prisão de políticos e banqueiros


Islândia conseguiu acabar com um governo corrupto e parasita. Prendeu os responsáveis pela crise financeira, mandando para a prisão. Começou a redigir uma nova Constituição feita por eles e para eles. E hoje, graças à mobilização, será o país mais próspero de um ocidente submetido a uma tenaz crise de dívida. 

É a cidadania islandesa, cuja revolta em 2008 foi silenciada na Europa por temor a que muitos percebessem. Mas conseguiram, graças à força de toda uma nação, o que começou sendo crise se converteu em oportunidade. Uma oportunidade que os movimentos altermundistas observaram com atenção e o colocaram como modelo realista a seguir.

Consideramos que a história da Islândia é uma das melhores noticias dos tempos atuais. Sobretudo depois de saber que segundo as previsões da Comissão Europeia, este país do norte atlântico, fechará 2011 com um crescimento de 2,1% e que em 2012, este crescimento será de 1,5%, uma cifra que supera o triplo dos países da zona euro. A tendência ao crescimento aumentará inclusive em 2013, quando está previsto que alcance 2,7%. Os analistas asseveram que a economia islandesa segue mostrando sintomas de desequilíbrio. E que a incerteza segue presente nos mercados. Porém, voltou a gerar emprego e a dívida pública foi diminuindo de forma palpável.

Este pequeno país do periférico ártico recusou resgatar os bancos. Os deixou cair e aplicou a justiça sobre aqueles que tinham provocado certos descalabros e desmandes financeiros. Os matizes da história islandesa dos últimos anos são múltiplos. Apesar de transcender parte dos resultados que todo o movimento social conseguiu, pouco foi falado do esforço que este povo realizou. Do limite que alcançaram com a crise e das múltiplas batalhas que ainda estão por se resolver.

Porém, o que é digno de menção é a história que fala de um povo capaz de começar a escrever seu próprio futuro, sem ficar a mercê do que se decida em despachos distantes da realidade cidadã. E embora continuem existindo buracos para preencher e escuros por iluminar.

A revolta islandesa não causou outras vítimas que os políticos e os homens de finanças costumam divulgar. Não derramou nenhuma gota de sangue. Não houve a tão famosa "Primavera Árabe". Nem sequer teve rastro mediático, pois os meios passaram por cima na ponta dos pés. Mesmo assim, conseguiram seus objetivos de forma limpa e exemplar.

Hoje, seu caso bem pode ser o caminho ilustrativo dos indignados espanhóis, dos movimentos Occupy Wall Street e daqueles que exigirem justiça social e justiça econômica em todo o mundo.

 

fonte: http://forner179.blogspot.com/2011/12/islandia-triplicara-su-crecimiento-en.html

http://maestroviejo.wordpress.com/2011/12/06/islandia-triplicara-su-crecimiento-en-2012gracias-a-las-revueltas-sociales/

Jair Bolsonaro: O grito dos canalhas

 Em 1º de novembro de 2003, um menor de idade conhecido como Champinha e quatro comparsas surpreenderam um casal de jovens –Felipe Café, 19, e Liana Friedenbach, 16– que estava acampado. Felipe foi executado no dia seguinte com um tiro na nuca. Ela viveu horrores ao ser estuprada em rodízio por seus algozes, até ser executada, no dia 5, a golpes de facão.

Dias depois, no Congresso, eu concedia entrevista à Rede TV sobre a redução da maioridade penal quando, inopinadamente, a deputada Maria do Rosário (PT-RS) começou a me ofender gratuitamente, bradando que eram de minha responsabilidade aqueles crimes. Em seguida, ela me chamou de estuprador. Repetiu a ofensa e, em resposta ao meu questionamento, reafirmou que eu era estuprador.

Minha reação ocorreu num reflexo e, ante a agressão verbal injusta, respondi que não era estuprador, mas que, se fosse, não a estupraria porque ela não merecia. Seguindo-se ofensas recíprocas e a ameaça dela de me dar uma bofetada na cara, reagi defensivamente e a alertei de que, se ela me agredisse, também seria agredida. Tudo isso pode ser comprovado por vídeos na internet.

Qualquer pessoa que preza seus familiares se sentiria ofendida e muitas teriam a mesma reação.

Já me rotularam de homofóbico por ser contra o "kit gay" nas escolas do ensino fundamental e, recentemente, também fui rotulado de racista por ser contra as cotas. No caso "Preta Gil", em que fui acusado de racista depois de entrevista ao programa "CQC", da Band, o procurador-geral da República, em junho deste ano, pediu ao STF o arquivamento do processo porque o "CQC" informou não possuir mais a fita "bruta" do programa.
Entendo ser o parlamentar que melhor encarna a dura oposição ao governo do PT, em especial dos seus integrantes que tentaram mergulhar o Brasil numa aventura cubana.

Eles se incomodam comigo quando falo do passado de seus ícones, como Carlos Lamarca, que, antes de desertar, "despachou" mulher e dois filhos para Cuba, ou sobre os crimes cometidos pela VPR (Vanguarda Popular Revolucionária) –de Dilma Rousseff e seu ex-marido Carlos Araújo– como a execução do jovem tenente Alberto Mendes Júnior.

Buscando restabelecer a verdadeira história recente do país, apresentei o projeto de lei nº 8.246/2014, que visa criar nova Comissão da Verdade para, entre outros crimes, apurar a afirmação do jornalista Ancelmo Gois de que só podia transitar pelo Brasil graças à carteira de identidade falsa fornecida, pasmem, pela KGB, o serviço secreto soviético.

A verdade tortura muitos parlamentares do PT, PSOL e PC do B, em especial quando, na semana passada, acusei na Comissão de Direitos Humanos o aliciamento de jovens estudantes para a Guerrilha do Araguaia para serem estupradas pelos seus comandantes comunistas.

Devemos acreditar no PT, que rejeita qualquer investigação no sequestro, tortura e execução do prefeito Celso Daniel, ou no Exército, que, impulsionado pela mídia, pela Igreja Católica, pela OAB, por mulheres nas ruas, por empresários e pela maioria esmagadora da Câmara e do Senado salvaram o país do comunismo em 1964?

Enquanto eu for parlamentar, restará ao PT apenas o direito de gritar.

JAIR BOLSONARO, 59, capitão da reserva do Exército, é deputado federal pelo PP-RJ

 

fonte: https://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2014/12/1563973-jair-bolsonaro-o-grito-dos-canalhas.shtml

Justiça proíbe protestos. Coronela PM desobedece e protege manifestantes

A Polícia Militar, muitas vezes questionada (com razão) por abusos cometidos contra manifestantes que reivindicam pacificamente nas ruas por direitos e garantias, é só a ponta de toda uma estrutura estatal voltada para a violência contra a cidadania.

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Manifestações no Brasil, o Cisne Negro e o Centésimo Macaco

Por favor, não espalhe. Em tempos de ação policial impiedosa, nunca se sabe quem está ouvindo, então é bom cochicharmos. Sexta-feira vi uma coisa. Foi no Jornal Nacional. Acho que quase ninguém percebeu, passaram bem rápido, mas consegui ver os dois. Na Avenida Paulista, entre os manifestantes, estavam o Cisne Negro e o Centésimo Macaco, e de mãos dadas.

Vou explicar melhor. Comecemos com o cisne.

 

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Matemáticos revelam rede capitalista que domina o mundo

Visão crítica: Revelada a rede capitalista que domina o mundo
Este gráfico mostra as interconexões entre o grupo de 1.318 empresas transnacionais que formam o núcleo da economia mundial. O tamanho de cada ponto representa o tamanho da receita de cada uma.[Imagem: Vitali et al.]

 

Além das ideologias

Conforme os protestos contra o capitalismo se espalham pelo mundo, os manifestantes vão ganhando novos argumentos.

Uma análise das relações entre 43.000 empresas transnacionais concluiu que um pequeno número delas - sobretudo bancos - tem um poder desproporcionalmente elevado sobre a economia global.

A conclusão é de três pesquisadores da área de sistemas complexos do Instituto Federal de Tecnologia de Lausanne, na Suíça.

Este é o primeiro estudo que vai além das ideologias e identifica empiricamente essa rede de poder global.

"A realidade é complexa demais, nós temos que ir além dos dogmas, sejam eles das teorias da conspiração ou do livre mercado," afirmou James Glattfelder, um dos autores do trabalho. "Nossa análise é baseada na realidade."

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Meditação sobre o ovo de Páscoa

Ovo de Páscoa Alpino, 500g: R$ 50,00. 510g de Alpino em barras: R$ 15,00. Ficou indignado? É pra ficar. Pagamos mais de três vezes o preço do chocolate para tê-lo em formato de ovo. Tá certo que o formato diferente traz um prazer diferenciado, associações psicológicas, etc. Mas três vezes mais caro? Imagine o incremento na sua felicidade se, com o mesmo dinheiro, comprasse chocolate para durar até junho?

Alguns sórdidos liberais na minha timeline vieram defender esse diferencial de preços. Dizem que uma casa é muito mais cara que a pilha de tijolos necessária para construí-la. Veja: construir uma casa exige conhecimento, tempo e dedicação. Já fazer chocolate em formato de ovo, para quem já sabe fazer chocolate, é fácil. Basta a fôrma do ovo. Além disso, barra e ovo satisfazem basicamente o mesmo desejo, ao contrário da casa e da pilha de tijolos. Não tem como defender, o preço é exorbitante, revoltante. O culpado por isso deveria se envergonhar.

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Menos desarmamento e mais dignidade

armed

“Todas as vezes que você se coloca a favor do desarmamento por se achar uma pessoa “do bem” ou “a favor da vida” saiba que está contribuindo para construir este tipo de sociedade e contribuiu também para que chegássemos a este ponto.

Sim, parte da responsabilidade é sua, desarmamentista. Você precisa chegar até a página 2 do problema, deixar de ser superficial e parar de ficar repetindo palavrinhas bonitas que vê na TV. A saúde e a paz, sua e de sua família dependem disto.

Junto com o desarmamento vem à filosofia do “nunca reaja” e então, 12 anos desta lavagem cerebral, é neste ponto que chegamos.

O cidadão não vale nada
sua dignidade não vale nada
sua liberdade não vale nada
sua honra não vale nada
sua reputação não vale nada
sua vida não vale nada
porque a ele não resta nada, a não ser “nunca reagir”.

“O crime usa fuzil, e o cidadão não pode ter nem um .38…”
“O crime usa fuzil, e o cidadão não pode ter nem um .38…”

E assim fica ele à mercê de qualquer tipo de abuso, seja do estado, de um delinquente, de um criminoso ou um comediante provavelmente bêbado e drogado que resolve praticar um estupro dentro de um restaurante na frente de todos e usar isto para se promover.

As pessoas não sabem se defender, e já se esqueceram de que DEVEM se defender. E isso só acontece porque o Estado nos proíbe e nos criminaliza ao tentarmos.

O crime usa fuzil, mas não posso ter um .38. O crime mata a facada mas eu serei preso e multado se carregar uma lâmina.

Certos que a chance de reação é mínima, o crime é cometido, filmado, divulgado em redes sociais, divulgado na televisão, é aplaudido e usado para promover quem os comete com a conivência da mídia.

Só resta o constrangimento da plateia que assim como a vítima parece não acreditar no que esta vendo, porque não sabe COMO, e não sabe que DEVE reagir.

Sim, é nossa OBRIGAÇÃO O reagir a este tipo de situação!

Americano adepto ao Open Carry abastecendo seu carro em algum posto de gasolina nos EUA. Este Senhor provavelmente não será atacado por racistas, e caso seja, responderá a altura. 
Americano adepto ao Open Carry abastecendo seu carro em algum posto de gasolina nos EUA. Este Senhor provavelmente não será atacado por racistas, e caso seja, responderá a altura.

As praticas criminosas que antes exigiam grande esforço param se deixar no anonimato, agora são divulgadas e são motivos de orgulho. Sinal de uma sociedade degenerada.

Já que ninguém fez nada, resta a vitima escolher entre a humilhação de saber que estas pessoas andam por aí rindo dele, e a humilhação eterna caso tente recorrer à justiça.

Se você não se sente capaz de reagir a uma situação como esta, parabéns. Acabou de perceber a necessidade imediata de mudarmos nossa legislação com relação ao porte de armas de fogo.

A simples possibilidade da vitima ou qualquer outra pessoa presente no ambiente estar apta e pronta para defesa já tornaria, a situação bem diferente.

“Pink Pistols” movimento LGBT nos EUA que prega o livre acesso às armas e ao porte legal de armas, em sua placa é dito: “Gays armados não são espancados”, garanto que uma arma os defenderá muito mais do que a forma que os movimentos LGBT brasileiros pregam.
“Pink Pistols” movimento LGBT nos EUA que prega o livre acesso às armas e ao porte legal de armas, em sua placa é dito: “Gays armados não são espancados”, garanto que uma arma os defenderá muito mais do que a forma que os movimentos LGBT brasileiros pregam.

O direito de o cidadão ter uma arma de fogo vai muito além da probabilidade de haver um disparo. A dinâmica e a relações interpessoais mudam e é esta mudança que promove uma sociedade menos violenta.

Neste caso, o cenário menos pior, é o vídeo ser “fake” e a vitima ter concordado em passar por esta situação, o que eu acho muito difícil. Mesmo assim, ficaria a APOLOGIA a um crime nojento e inaceitável.

Meu desejo: Que todos pagassem e respondesse por estupro. Já que a lei mudou e o simples constrangimento é enquadrado neste artigo. Um beijo à força já seria o suficiente para isto.

Minha opinião: Não vai dar em nada ! Continuarão com seus altos salários na TV, e restará a vitima lidar com isso para o resto da vida.

Meu conselho: Vai se acostumando. Você verá cada vez mais este tipo de coisa. É esta a sociedade que estamos construindo, pois o próprio criminoso chama isto de “nossa tradição”.

Não seja você a participar disto!”

Este texto foi escrito pelo leitor Eduardo Nagy e enviado pelo amigo André Felipe do canal do youtube “Tchô Perguntar”!

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Meu filho, você não merece nada

   Divulgação Ao conviver com os bem mais jovens, com aqueles que se tornaram adultos há pouco e com aqueles que estão tateando para virar gente grande, percebo que estamos diante da geração mais preparada – e, ao mesmo tempo, da mais despreparada. Preparada do ponto de vista das habilidades, despreparada porque não sabe lidar com frustrações. Preparada porque é capaz de usar as ferramentas da tecnologia, despreparada porque despreza o esforço. Preparada porque conhece o mundo em viagens protegidas, despreparada porque desconhece a fragilidade da matéria da vida. E por tudo isso sofre, sofre muito, porque foi ensinada a acreditar que nasceu com o patrimônio da felicidade. E não foi ensinada a criar a partir da dor.

Há uma geração de classe média que estudou em bons colégios, é fluente em outras línguas, viajou para o exterior e teve acesso à cultura e à tecnologia. Uma geração que teve muito mais do que seus pais. Ao mesmo tempo, cresceu com a ilusão de que a vida é fácil. Ou que já nascem prontos – bastaria apenas que o mundo reconhecesse a sua genialidade.

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O chicote do populismo latino-americano

populismo

O Populismo pode ser entendido como o poder de conduzir as massas conforme a conveniência daquele que o possui. É um termo muito utilizado, embora muitas pessoas não conheçam suas reais implicações, sobretudo na América Latina. Como estratégia política, o populismo foi e ainda é muito utilizado por aqui. Trata-se do uso de todo o tipo de argumento apelativo e irracional voltado ao convencimento das massas que costumeiramente são conduzidas através do sentimento e não da razão. Embora, muitos o defendam alegando que é a forma mais eficiente que a democracia encontra para colocar no poder governantes que sejam sensíveis aos apelos das massas populares. Na verdade, aqueles que possuem inclinações populistas, quando ocupam altas posições no Estado provocam uma completa degeneração da Democracia tornando-o um regime puramente demagógico. Eles não nutrem apreço algum pelo espírito democrático e pelo império da Lei fundamentais à manutenção das liberdades políticas e individuais.

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O Facebook está contra a alegria

Uma das ideias mais influentes e perigosas, e menos consideradas, a surgir neste final de ano no Vale do Silício é a de "compartilhamento sem fricção". Articulada por Mark Zuckerberg, o fundador do Facebook, em setembro, a ideia pode reformular a cultura da internet tal como a conhecemos - e não para melhor.

O princípio que embasa o "compartilhamento sem fricção" é enganosamente simples e atraente: em lugar de perguntar aos usuários se eles desejam compartilhar com os amigos seus produtos favoritos -os filmes a que assistem online, a música que ouvem, os livros e artigos que leem-, por que não registrar automaticamente todas as suas escolhas, livrá-los da tarefa de compartilhar essas informações e permitir que seus amigos descubram mais conteúdo interessante de forma automática? Se Zuckerberg conseguir o que quer, cada artigo que leiamos e cada canção que viermos a escutar seria automaticamente compartilhada com os outros -sem que tivéssemos nem de apertar aqueles irritantes botões de "curtir".

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O Inferno dos Ateus

 

 

Um ateu morre e vai para o céu. Chegando lá é recepcionado por São Pedro:

 

— Hummm... – Lendo o livro da vida pregressa do ateu – Infelizmente meu filho, você não pode adentrar no reino celestial. Você, desde jovem, declarou-se ateu. Até mesmo no leito de morte, você ficou firme no seu ateísmo. Lugar de ateu é no Inferno.

 

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O livre-arbítrio não existe, dizem neurocientistas

Novas pesquisas sugerem que o que cremos ser escolhas conscientes são decisões automáticas do cérebro. O homem não seria, assim, mais do que um computador de carne.

 

Saber se os homens são capazes de fazer escolhas e eleger o seu caminho, ou se não passam de joguetes de alguma força misteriosa, tem sido há séculos um dos grandes temas da filosofia e da religião. De certa maneira, a primeira tese saiu vencedora no mundo moderno. Vivemos no mundo de Cássio, um dos personagens da tragédia Júlio César, de William Shakespeare.

No começo da peça, o nobre Brutus teme que o povo aceite César como rei, o que poria fim à República, o regime adotado por Roma desde tempos imemoriais. Ele hesita, não sabe o que fazer. É quando Cássio procura induzi-lo à ação. Seu discurso contém a mais célebre defesa do livre-arbítrio encontrada nos livros. "Há momentos", diz ele, "em que os homens são donos de seu fado. Não é dos astros, caro Brutus, a culpa, mas de nós mesmos, se nos rebaixamos ao papel de instrumentos."

Como nem sempre é o caso com os temas filosóficos, a crença no livre-arbítrio tem reflexos bastante concretos no "mundo real". A maneira como a lei atribui responsabilidade às pessoas ou pune criminosos, por exemplo, depende da ideia de que somos livres para tomar decisões, e portanto devemos responder por elas. Mas a vitória do livre-arbítrio nunca foi completa.

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O Ocidente está prestes a declarar guerra à China! Será uma luta desigual e o ataque será a qualquer momento

 

Os motivos são graves. A China vinha sorrateiramente se preparando há tempos com estratégias para enfraquecer o futuro inimigo. Ela conseguiu, destruindo todas as estruturas econômicas dos países ocidentais. O Ocidente está em profunda crise econômica, só resta reagir com o uso de sua estrutura militar antes que seja tarde demais.

Por isso o primeiro ataque será a qualquer momento. Você se assustou? Ainda bem que podemos brincar com coisas sérias numa situação seríssima.

A economia ocidental realmente está em profunda crise e todos querem culpar a China. Mas a China não tem culpa nenhuma. Ela apenas retirou o pano sob o qual se escondiam os resultados negativos que as falsas políticas sociais produziram no Ocidente. É necessário ter política social, mas isso é tarefa de governo e não se pode impor tal tarefa ao cidadão que cria empregos. Quando se cria vantagem para uma pessoa e desvantagem para outra, é óbvio que se cria um desequilíbrio operacional, e um dia a conta chegará ao próprio beneficiário.

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Os hackers mandam no Linux

Já imaginou um software que, após duas décadas seguindo um mesmo sistema para seus números de versão, simplesmente muda esse sistema?

Já imaginou um software que faça isso e seja patrocinado em grande parte por megacorporações (e inúmeras outras corporações não tão grandes assim) que dependem fundamentalmente dele?

Não é novidade a presença do kernel Linux nos produtos de vários fabricantes do ramo da tecnologia, desde smartphones, impressoras e equipamentos embarcados de uso industrial até servidores e mainframes. Quantos destes fabricantes você imagina que tenham scripts para controlar seus próprios números de versão de acordo com o tradicional esquema 2.6.z.w? Eu imagino que a resposta seja todos; certamente, cada uma dessas empresas possui alguns clones do repositório git central do kernel em seus departamentos de desenvolvimento.

imagem No entanto, nosso pinguim foi da versão 2.6.39 para a 3.0. Não 3.0.0, mas apenas 3.0, arremessando para longe o padrão x.y.z.w, em que x só mudaria em caso de arrebatamento e y só seria ímpar em versões de desenvolvimento.

Um fabricante de sistemas operacionais de cunho unicamente comercial, em sã consciência, jamais alteraria de forma tão significativa o número de versão de seu produto principal sem motivo para tal. Portanto, só podemos concluir que o Linux — ou, ao menos, seu BDFL Linus Torvalds — não cede a pressões comerciais. Ao considerar que "2.6.40 é um número muito alto", o finlandês resolveu, de forma bastante autoritária, mudar tudo a seu bel-prazer:

"Qual a graça de estar no comando se você não pode escolher [os detalhes polêmicos] sem todo um referendo a respeito?"

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Outros Mundos

"D'autres Mondes" (2000 - França). Dirigido por Jan Kounen. Site Oficial.

Outros Mundos - Uma Jornada ao Coração do Xamanismo Shipibo investiga os rituais xamânicos baseados na ingestão de ayahuasca e cânticos indígenas pela tribo da amazônia peruana Shipibo-Conibo. Com uma vasta coleção de entrevistas com especialistas na área da antropologia, biologia molecular, psiquiatria, filosofia, botânica, além de artistas como Moebius e outros, Jan Kounen, diretor holandês residente na França, amarra um conjunto vasto de depoimentos de interessados na investigação mística como parte da compreensão da natureza da realidade.

Relatando e documentando sua própria viagem à Amazônia em busca do conhecimento das plantas sagradas, em especial a Ayahuasca, Kounen participa de inúmeras experiências xamãnicas e faz uso de efeitos especiais e reflexão profunda para tentar explicar o grande portal de transformação aberto em sua própria consciência, definida por ele mesmo como “prisioneira de 5 sentidos limitados”, pelos quais tentamos em vão acessar e avaliar todas as correlações que existem no mundo.

A idéia básica seria que, "encaixotados" pelos nossos sentidos dominantes, nós conseguimos enxergar apenas uma dimensão da realidade. Por outro lado, nossas sensibilidades civilizadas nos levam a interpretar - à distância - os rituais xamânicos primitivos como lúdicos e bizarros, senão sinistros. Nada mais do que pretensos "bruxos" fazendo uso de drogas para induzir as pessoas a transes místicos que não podem ser aplicados à realidade.

Download via torrent: http://thepiratebay.org/torrent/4413174/d_autres_Mondes_-_jan_kounen

Legenda: http://www.hippies.com.br/download/Jan%20Kounen_-_D_autres_Mondes.zip


Insatisfeito com estas premissas e em busca de respostas, o diretor mergulhou numa jornada que o levou à uma das tribos dos 45 mil Shipibo-Conido que vivem às margens do Rio Amazonas. Kounen teve acesso a uma celebração ritual tradicional e, com a ajuda de câmeras com visão noturna, imortalizou momentos memoráveis. Sob a proteção do xamã Questembetsa, o diretor provou do que os índios chamam de "a pequena morte", uma poderosa experiência de consciência expandida, que ele decidiu explorar a fundo a partir de então, pelo período de um ano. A série de experiências levaram Kounen a concluir que o pensamento conceitual é uma ferramenta limitada para se trabalhar a consciência, uma vez que nossa mente tem a tendência de identificar o mundo através de pensamentos e racionalização. A outra realidade que se desdobra através do mergulho no subconsciente, proporcionado pelos rituais xamânicos é expressada então através do terror, sofrimento e lágrimas, e outras vezes através do deleite psicodélico repleto de imagens arquetípicas, conduzido pela mágica dos rituais.

O motivo deste tipo de experiência ter características identificáveis à todos nós é que dividimos uma mitologia primária universal, a fonte de nossas visões. Todos habitamos um universo infinito em que anjos e demônios dividem nossos pensamentos, emoções, memória e corpo.

Assim, o diretor segue sua jornada ao "Aton Institute", na Noruega, onde se estuda consciência, física quântica, civilizações ancestrais e a química molecular das plantas sagradas.

"A tecnologia verdadeiramente avançada é indistinguível da mágica" - Arthur C. Clarke.

 

fonte: www.plantandoconsciencia.org

Pablo Ortellado: A cortina de fumaça da segurança na USP

A detenção de três estudantes da Faculdade de Filosofia da USP que fumavam maconha gerou protestos que terminaram num conflito com a polícia militar e a subsequente ocupação da administração da faculdade e do prédio da reitoria.

Esse episódio soma-se a outros ocorridos nos últimos anos que envolveram piquetes, a ocupação de prédios administrativos e a atuação repressiva da polícia militar. Em todos os casos, um acalorado debate opôs defensores da atuação (mais ou menos rigorosa) da polícia e defensores da autonomia universitária (que limitaria ou impediria a atuação policial no campus). Acredito, no entanto, que os termos do debate estão mal-colocados e a questão de fundo relevante, completamente ausente.

Liberdades individuais

O primeiro mal-entendido a desfazer é que não há objeção, que eu conheça, à atuação limitada e específica da polícia para reprimir crimes comuns, como assaltos a banco. Tanto não há objeção que antes do recente convênio firmado entre a reitoria e a polícia militar, ela já atuava nesses casos, sem que tivesse surgido qualquer tipo de protesto.

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Papai Noel e o Xamanismo

O Natal sempre marca o solstício de inverno no hemisfério norte. É nesse período que os xamãs, até hoje, realizam rituais de passagem para um novo ciclo anual.

Muitos povos xamânicos também comemoravam a cerimônia da árvore, representando a "Árvore do Mundo". Será por isso que levamos uma para dentro de nossas casas e a enfeitamos?
Partimos da crença de que a lenda do Papai Noel nasceu na Sibéria. Existia uma tribo na antiga Sibéria chamada O Povo das Renas.

As renas eram para os siberianos o que o búfalo representa para os nativos americanos; eram também consideradas a manifestação do Grande Espírito Rena, invocado pelos xamãs para resolver os problemas do povo. Nas suas jornadas xamânicas, ele viajava, em transe, em um trenó de renas voadoras.

Existe na Sibéria um enteógeno poderoso chamado Amanita muscária, um cogumelo vermelho com manchas brancas. É o sacramento de seus trabalhos espirituais. A Amanita muscária é um cogumelo enteógeno, que proporciona visões e introvisões de profundo significado. Esse cogumelo contém elementos que permanecem intactos em sua passagem pelo organismo, por isso os xamãs siberianos guardavam e consumiam a própria urina para ser bebida no inverno, quando não havia o cogumelo.

Não eram só os xamãs que usavam amanita, as renas também comiam. Eles até conseguiam atrair renas com a urina, que chegavam a brigar para tomá-la e as laçavam enquanto bebiam.

Alguns caçadores davam pedaços de amanita para as renas para aumentar a sua força e resistência física, e assim suportarem melhor as longas distâncias. Se as renas fossem abatidas por alguém nesse momento, quando estavam na manifestação do enteógeno, os efeitos do amanita passariam para quem comesse a sua carne.

Caçadores, ao se alimentarem de renas que haviam ingerido amanita, tiveram uma visão coletiva de um homem vestido de vermelho e branco (cor do cogumelo), um xamã que levava presentes para a população.

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Pare de ser vira-lata: o brasileiro tem sim cultura para ter armas

De todos os argumentos contra o uso de armas de fogo, seja para esporte, colecionismo ou defesa, para mim não há argumento mais ralé, e ao mesmo elitista, que dizer que o brasileiro não tem cultura para possuir tais instrumentos. Nas palavras de Nelson Rodrigues, criador do chamado complexo de vira-latas: “entendo eu a inferioridade em que o brasileiro se coloca, voluntariamente, em face do resto do mundo. O brasileiro é um narciso às avessas, que cospe na própria imagem. Eis a verdade: não encontramos pretextos pessoais ou históricos para a autoestima.”

Sim, é exatamente assim que o brasileiro se vê, aliás, vê os outros, pois nunca vi alguém dizer que por ser um ignorante, um inculto, não merece o direito de se defender, de dirigir ou de votar. Como sempre acontece, o problema são os outros! Não raramente, quem afirma isso, com ares de superioridade intelectual são os membros da esquerda caviar. Tal discurso, elitista e preconceituoso, encontrou solo fértil no Brasil, onde anos e anos de governos de esquerda pregaram e continuam pregando que o fator socioeconômico e cultural – educação resolve tudo! – é o responsável pela criminalidade e homicídios. Sim, foram os socialistas, os pregadores da igualdade, que incluíram o fator econômico como um excludente para exercer a legítima defesa. Fernando Henrique Cardoso, Lula e Dilma sobretaxaram armas e munições e criaram taxas que visavam “desestimular o comércio (legal) de armas no Brasil”, o que na prática significava impedir que pessoas mais pobres e menos cultas tivessem a possibilidade de adquirir armas de fogo. Muito preocupados com a igualdade e defesa dos mais pobres esse pessoal, hein?

Pelas minhas andanças pelo Brasil a trabalho ou passeio, conheci todo tipo de gente e foi no interior, entre gente pobre, quase beirando a miséria, muitas vezes analfabetos que pude constatar o que sempre defendi: que escolaridade elevada não torna ninguém moralmente melhor ou pior. Não é a pobreza que transforma pessoas em assassinos. Perdi a conta de quantas casas e pequenos sítios estive, onde, ao lado da cama, perto do fogão à lenha, lá estava uma cartucheira, um revólver, que nunca foram usados para o mal, muito pelo contrário.

No ambiente urbano isso não é diferente. Quando casei, morei por alguns anos na periferia de São Paulo, mais precisamente na COHAB II de Carapicuíba, local tido como violento. E o que pude constatar foi exatamente a mesma coisa! Havia gente de bem armada e havia bandidos armados, mas somente esses últimos cometiam crimes utilizando-se de armas, veja só, ilegais! Cabe lembrar que até 1997 o porte ilegal de armas nem crime era, não passava de uma simples contravenção penal. A posse então, ou seja, ter uma arma em casa era tão corriqueiro quanto ter um liquidificador e os únicos que se incomodavam com isso eram os bandidos que evitavam ao máximo adentrarem em casas onde houvesse alguém. Nem por isso o Brasil era um “bang-bang” como os filmes de Hollywood, muito pelo contrário. Ninguém saía dando tiros por qualquer batidinha de trânsito e brigas de família não acabavam em tragédia por conta disso.

Será que o povo brasileiro regrediu tanto assim? Nos tornamos menos civilizados e menos cultos? Bom, se isso aconteceu – eu sei que não aconteceu! – foi culpa da própria esquerda que esteve à frente de sucessivos governos. Basta comparar com outros países próximos. O Paraguai tem hoje a terceira menor taxa de homicídios (7,98) da América do Sul, perdendo apenas para o Chile (2,97) e o Uruguai (7,81). Os três países possuem leis incomparavelmente menos restritivas do que a brasileira e o Uruguai é o país mais armado da América Latina. Falei mais sobre isso no recente artigo Como o Paraguai destrói toda a argumentação desarmamentista usada no Brasil, vale a pena dar uma lida.

Vou encerrando por aqui e me despeço com um singelo pedido: deixe de ser vira-lata ou pelo menos pare de medir os outros pela sua régua.

Por que acreditamos em Deus?


Tempos atrás, apenas teólogos ou filósofos tentariam responder esta pergunta, mas nas últimas duas décadas cientistas de diversas áreas do conhecimento têm aportado informações valiosas que nos ajudam a compreender o fenômeno da fé. Para eles -e com razão- a fé religiosa é também um comportamento, e como tal tem uma base biológica.

As teorias dos cientistas dividem-se em duas vertentes, a educacional e a evolutiva. A explicação educacional é fácil de entender. Adultos -pelo menos muitos deles- acreditam em deuses porque lhes foi ensinado quando crianças.

Ao contrário de outros mamíferos, os primatas nascemos muito mal preparados para a vida. Ao nascer não sabemos fazer quase nada. Passamos um longo período da nossa infância aprendendo dos adultos mais próximos. Crianças aceitam sem duvidar as explicações de um adulto, fundamentalmente quando este tem uma posição de autoridade dentro do grupo. Seus cérebros estão preparados para assimilar tudo da forma mais rápida possível. Aprender rápido é uma questão de sobrevivência. Se um adulto próximo lhes ensina a não comer determinada fruta, aprenderão que essa fruta é nociva. Se um adulto lhes ensina que devem temer a um deus, o temerão.

Leia mais:Por que acreditamos em Deus?

Portas reabertas para o LSD

Droga símbolo dos anos 1960, o ácido lisérgico está de volta às pesquisas acadêmicas, com resultados promissores para a cura de problemas como a depressão

 

Califórnia, Estados Unidos, 1971. Um detento da prisão de San Luis Obispo sobe até o telhado e, pendurado em cabos de telefonia, atravessa o pátio e pula o muro. Do lado de fora, um carro o aguardava. Dias depois, ele chegou à Argélia, sob os cuidados do grupo revolucionário Panteras Negras. O fugitivo era Timothy Leary, doutor em psicologia formado pela Universidade Berkeley e professor de Harvard. Ou, nas palavras do então presidente dos EUA, Richard Nixon, “o homem mais perigoso da América”. Leary foi o principal ativista dos usos medicinais e recreativos do alucinógeno LSD, na década de 1960. Quando a droga foi proibida pelo governo americano em 1970, até para pesquisas científicas, Leary decidiu seguir sua campanha como um fora da lei. A imagem de Leary se confunde com a do ácido: aceito socialmente nos anos 1950 e 1960, maldito a partir da década de 1970 – e atualmente em processo de redenção. Há cerca de 20 estudos em andamento no mundo sobre LSD, um renascimento do uso terapêutico da droga.

Leary entrou em contato com o LSD como pesquisador da Universidade Harvard, em 1960. Ele integrou os esforços para explorar o potencial do LSD-25 (25ª variação descoberta do Lysergsäurediethylamid, que em alemão significa “dietilamida do ácido lisérgico”), droga sintetizada pelo cientista suíço Albert Hoffman em 1938. Em 1943, Hoffman ingeriu alguns cristais da substância e descobriu suas propriedades alucinógenas. “Fiquei tonto”, disse. “De olhos fechados, via uma torrente de cores, como um caleidoscópio.” Dono da patente da substância, o laboratório suíço Sandoz distribuiu a droga para pesquisadores, como Leary, em busca de utilidades que motivassem seu comércio. Não havia nada de subversivo nisso. No fim dos anos 1960, mais de 700 pesquisas no mundo avaliavam o emprego de alucinógenos como o LSD em terapias contra esquizofrenia e depressão, além de aumento da criatividade. Só o serviço secreto de inteligência dos Estados Unidos (CIA) conduziu mais de 400 projetos com drogas, a maior parte com LSD, ao custo estimado em US$ 25 milhões, segundo um artigo de 1977 da revista especializada Psicology Today.

Leia mais:Portas reabertas para o LSD

Romeu Tuma Junior conta detalhes sobre Celso Daniel e os bastidores do Poder

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Romeu Tuma Junior, 53 anos, é o homem da vez no mercado editorial e no centro do Poder.

Autor de “Assassinato de Reputações”, livro-bomba sobre as acusações – nunca comprovadas – de seu envolvimento com Paulo Li, supostamente envolvido com a máfia chinesa – outra acusação que jamais se revelou verdadeira -, Tuma Junior alterou a ordem de prioridades do Palácio do Planalto ao revelar diversas práticas  do Governo Federal e das personagens mais influentes do Partido dos Trabalhadores.

Nesta entrevista exclusiva, concedida ao Vox na última semana, ele detalha as barreiras impostas à sua obra. Das cópias piratas às ameaças sofridas por sua família.

Explica, também, as técnicas do “Estado Policial” criado a partir do aparelhamento da Polícia Federal e a participação de jornalistas no esquema. Seu conhecimento demonstra uma grave inversão de práticas e valores, engendrada para prejudicar os opositores dos governantes.

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Seis graus de separação – ou como Kevin Bacon está matando os líderes messiânicos

 

Frigyes Karinthy era um humorista húngaro. Viveu no começo do século 20, e hoje seria diagnosticado com Transtorno de Déficit de Atenção (sempre esquecia dos compromissos e tinha problemas sérios com prazos…), mas até que era produtivo: em seu 46º livro, uma coleção de 52 contos, tinha um particularmente original. Chamava Correntes, e dizia o seguinte: “Para mostrar que as pessoas de hoje estão mais próximas do que nunca umas das outras, um dos caras da turma sugeriu um teste. Apostou que qualquer um dos 1,5 bilhão de habitantes da Terra [era 1929] estava ligado a ele por uma distância de, no máximo, cinco indivíduos”.

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Susan Blackmore: Memes e Temes

Susan Blackmore explica sua teoria de que idéias que se reproduzem de cérebro a cérebro como um vírus.

Ela faz um argumento novo e ousado: A humanidade gerou um novo tipo de meme, o teme, que se espalha através da tecnologia - e inventa maneiras de manter-se vivo

 

Parte 1:

http://www.youtube.com/watch?v=yx-SCfY2iU4

Parte 2:

http://www.youtube.com/watch?v=tPnAshD5jJo

Parte 3:

http://www.youtube.com/watch?v=NanNzlrXFBU

Teoria dos Multiversos: dados não confirmam e nem descartam


A imagem mostra as assinaturas de colisões entre bolhas em vários estágios da análise. Uma colisão (no alto à esquerda) induz uma modulação de temperatura na radiação cósmica de fundo (no alto à direita). A bolha associada com a colisão é identificada por uma forte resposta (embaixo à esquerda) e a presença de uma fronteira é mostrada por uma forte resposta pelo algoritmo de detecção de bordas (embaixo à direita). [Imagem: Peiris et al.]

 

Colisões entre universos

Se você observar o modelo do Big Bang, que procura explicar o surgimento do Universo, vai se deparar com a questão da "fronteira do universo", onde estariam os resquícios que primeiro se afastaram da explosão inicial.

Muitos físicos lidam com a questão falando não "do Universo", mas do "nosso universo". Para eles, existem inúmeros outros universos, cada um existindo dentro de sua própria "bolha cósmica".

Cada um desses universos poderá ter físicas distintas, ou seja, diferentes constantes fundamentais e diferentes leis da física.

Uma decorrência imediata dessa teoria é que as bolhas necessariamente tocam umas nas outras. E, se tocam, deve haver alguma forma de detectar sinais dessas "colisões universais".

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Teoria radical explica origem, evolução e natureza da vida

 

Unificação do conhecimento

A Terra é viva, propõe uma nova e revolucionária teoria científica da vida.

A proposta está sendo feita por Erik Andrulis, professor de biologia molecular e microbiologia da Universidade Case Western, nos Estados Unidos.

O cientista desenvolveu um modelo que pretende nada menos do que unificar a física, a química e a biologia.

A teoria trans-disciplinar demonstra que objetos supostamente inanimados e não-vivos - por exemplo, planetas, a água, as proteínas e o DNA - são na verdade animados, ou seja, vivos.

Com o seu amplo poder explicativo, aplicável a todas as áreas da ciência e da medicina, este novo paradigma pretende catalisar um verdadeiro Renascimento.

Erik Andrulis adiantou seu controverso arcabouço teórico no manuscrito "Teoria da Origem, Evolução e Natureza da Vida", publicado no jornal científico Life, que é revisado pelos pares - ou seja, outros cientistas acataram a proposta como, no mínimo, digna de ser lida.

Emergência da vida no Universo

A teoria explica não só a emergência evolutiva da vida na Terra e no Universo, como também a estrutura e a função desde as células até as biosferas.

Além de resolver paradoxos e enigmas que têm persistido na química e na biologia, a teoria do Dr. Andrulis unifica a mecânica quântica e a mecânica celestial.

Sua solução nada ortodoxa para este problema quintessencial na física difere das abordagens tradicionais, como a teoria das cordas - para Andrulis, a solução é simples, não-matemática, e experimentalmente e experiencialmente verificável.

Como tal, o novo retrato da gravidade quântica é radical.

Teoria radical explica origem, evolução e natureza da vida
Dr. Erik D. Andrulis, autor da nova Teoria da Origem, Evolução e Natureza da Vida. [Imagem: Case Western]

Redemoinho da vida

A ideia básica da teoria do Dr. Andrulis é que toda a realidade física pode ser modelada por uma única entidade geométrica, com características de vida: o redemoinho, ou giro.

O chamado "giromodelo" retrata objetos-partícula, átomos, compostos químicos, moléculas e células, como pacotes quantizados de energia e matéria que oscilam ciclicamente entre estados fundamentais (não-excitados) e animados (excitados) em torno de uma singularidade, o centro do giromodelo.

Uma singularidade é ela própria modelada como um giro, totalmente compatível com a natureza termodinâmica e fractal da vida. Um exemplo dessa organização aninhada, auto-similar, pode ser encontrado nas bonecas russas Matryoshka.

Leis da natureza

Ajustando o giromodelo para fatos acumulados ao longo da história científica, o Dr. Andrulis confirma a existência, proposta por sua teoria, de oito leis da natureza.

Uma delas, a lei natural da unidade, decreta que a célula viva e qualquer parte do universo visível são irredutíveis.

Esta lei estabelece formalmente que não há uma realidade física.

Outra lei natural determina que os reinos atômico e cósmico obedecem a restrições organizacionais idêntica - simplificando, os átomos do corpo humano e os sistemas solares no Universo movem-se e comportam-se exatamente da mesma maneira.

Teoria radical explica origem, evolução e natureza da vida
O novo paradigma oferece uma fundamentação teórica à premissa de Gaia, de James Lovelock. [Imagem: U.C.Riverside]

Teoria da vida

"A ciência moderna não tem uma teoria da vida interdisciplinar, unificante. Em outras palavras, as teorias atuais são incapazes de explicar por que a vida é do jeito que é, e não de outra forma," diz o Dr. Andrulis.

"Este paradigma geral fornece uma perspectiva nova e estimulante sobre o caráter e o sentido da vida, oferece soluções para problemas que persistem [nas teorias atuais] e se esforça para acabar com os debates desagregadores," completa.

Um desses debates gira em torno do mérito científico da popular hipótese de Gaia, de James Lovelock.

Ao mostrar que a Terra é teoricamente sinônimo de vida, o paradigma do Dr. Andrulis fundamenta a premissa de Gaia de que todos os organismos e seu ambiente na Terra estão intimamente integrados para formar um único e complexo sistema auto-regulador.

Outra briga lendária é a que persiste entre os criacionistas bíblicos e os evolucionistas neo-darwinistas.

Ao demonstrar que a origem e a evolução da vida são consequências de leis naturais e forças físicas, a nova teoria sintetiza argumentos e desconstrói suposições de ambos os lados do debate criação-evolução.

Equilíbrio

Para testar seu paradigma, o Dr. Andrulis projetou diagramas bidirecionais de fluxo que tanto descrevem quanto preveem a dinâmica da energia e da matéria.

Embora tais diagramas possam ser estranhos para alguns cientistas, eles usam a notação das reações que é clássica para os químicos, bioquímicos e biólogos.

O texto completo do artigo Teoria da Origem, Evolução e Natureza da Vida está disponível em inglês.

Como ocorre com todas as novas teorias, a única coisa possível de adiantar com relação à proposta do Dr. Andrulis é que ela suscitará debates apaixonados - e paixões quase nunca levam a primeiros comportamentos equilibrados.

Bibliografia:

Theory of the Origin, Evolution, and Nature of Life.
Erik D. Andrulis
Life
Vol.: 2(1):1-105
DOI: 10.3390/life2010001
http://www.mdpi.com/2075-1729/2/1/1/pdf

 

Valores e culturas diferentes

Quando há mortes em série nos EUA, a reação no Brasil é quase sempre a mesma. No calor do fato, é comum ouvir: a sociedade norte-americana é doente e cheia de malucos atirando uns nos outros. 

Como se sabe, não é bem assim. Tragédias com matadores descontrolados acontecem em todas as partes. No Brasil, a memória sobre Realengo ainda está fresca. 

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